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Política
07-08-2017, 21h18

Alckmin falta a evento com Temer para se diferenciar de Doria

Ausência do governador reflete disputa tucana por candidatura presidencial
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KENNEDY ALENCAR
BRASÍLIA

A ausência do governador Geraldo Alckmin do encontro desta segunda entre o presidente Michel Temer e o prefeito João Doria é reflexo da disputa interna pela candidatura do PSDB ao Palácio do Planalto no ano que vem. O governo federal cedeu à prefeitura parte do Campo de Marte para a criação de um parque municipal.

Apesar das juras de amor e de fidelidade do prefeito de São Paulo, o governador avalia que Doria se movimenta para disputar o Palácio do Planalto já em 2018. Ao faltar ao encontro de hoje, Alckmin procura se descolar de Temer, que tem baixa taxa de popularidade, e marcar uma diferença com Doria, que tem defendido o apoio do PSDB ao atual presidente.

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Parceria federal

Oficialmente, a reforma política foi o tema do encontro de ontem no Palácio do Jaburu entre Temer e o ministro Gilmar Mendes. Os dois trataram desse assunto, porque Gilmar também preside o Tribunal Superior Eleitoral. A ideia de parlamentarismo, simpática a Temer e a Gilmar, tem pouca chance de emplacar para 2018.

Nos bastidores, conversaram sobre as prováveis novas denúncias do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, contra Temer. Para Gilmar, o presidente estaria sendo perseguido.

Hoje, no dia seguinte ao encontro no Jaburu, o ministro do STF voltou a atacar duramente Janot, que foi defendido pela Associação Nacional dos Procuradores da República. No duelo entre Temer e Janot, Gilmar está dando socorro ao presidente da República.

Assista aos temas do “SBT Brasil”:

Comentários
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  1. Jonas disse:

    O PSDB deveria deixar de ser hipócrita e continuar abraçadinho no Temer, já que todos eles deram o golpe abraçadinhos e a condição do PSDB para continuar juntinho era arrochar os mais pobres em benefício dos mais ricos, e isso está sendo feito.
    E nem precisa comentar sobre o Gilmar Mendes, o juíz-político do PSDB, apenas que ele deveria ser exonerado a bem do serviço público.

  2. walter disse:

    Sinceramente Kennedy, esta política de “prendas”; ausentar se a um encontro, onde todos do PSDB são simpáticos ao poder; estão totalmente envolvidos com o temer, alegando sempre, que pretendem o melhor para o País; fizeram papel de idiotas, quando orientaram seus deputados a votar não ao temer, quando o relatório do Abi Ackel do partido deles, indicava a favor…por tudo isto, o Alkimin, não se descolará do presidente…não basta evitar o Dória, que aliás é de uma falta de senso imensa, já que o Dória e o Neymar estão equivalentes em popularidade no País…quanto a posição do Gilmar mendes, pouco importa sobre parlamentarismo ou qualquer outro sistema; nada valerá para o próximo pleito em 2018; chega de fantasias, vamos as reformas…

  3. mano disse:

    prezados: Confesso que tá enfadonho falar sobre Temer, Lula, congresso corrupto, Renan, Jucá, Aécio, etc. São todos iguais em matéria de corrupção. Por outro lado, também tá enfadonho ouvir falar sobre Moro, Procuradores de Curitiba, Gilmar Mendes, Janot e similares. São parecidos em estrelismo e diferentes em preferências? Tá enfadonho morar no Brasil, ser brasileiro, sem rumo, sem esperança, sem moral, sem ética, sem vergonha. Sem querer generalizar, mas será que somos diferentes dos políticos, dos executivos ou dos juízes que roubam, corrompem, levam vantagem em tudo, ou é uma questão de oportunidade para mostrarmos que somos todos brasileiros e iguais? É claro que toda regra tem exceção!

  4. Rosana Lima disse:

    Um é lobista fanfarrão, como filhinho de papai, quer continuar a receber a sua mesada para manter o seu status de “bon vivant”, já o seu tutor, esse sim é ardiloso, um “arquiteto” de mentiras e maldades.

  5. Sebastião Apparecido Sampaio disse:

    Creio que a função de ministro do STF e cuidar dos assuntos da corte, não fazer comentários sobre política e nem defender políticos, ninguém é bobo, e não adianta vir com essa conversinha fiada porque não cola mais. O povo está cansado de tantas corrupções e corruptores, e no final das contas é o povo que sempre paga, chega né, vamos acabar com a hipocrisia que se instalou no Brasil.

  6. Maria Aparecida Ramos Tinhorão disse:

    A vaidade e ganância de Alckmin vai rachar o partido e levar NOVAMENTE o país ao caos, como aconteceu em 2002.
    Ele não é melhor que Aécio, são apenas duas faces (ruins) da mesma moeda (de troca).

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