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Economia
16-12-2016, 21h15

Economia é principal razão de baixa popularidade de Temer

Números do Ibope refletem mau humor da população com recessão
15

KENNEDY ALENCAR
SÃO PAULO

A economia é principal a responsável pela baixa popularidade do governo Temer. Os números do Ibope refletem o mau humor da população com a recessão.

Temer está no poder há mais de seis meses. Apesar de a política econômica da administração Dilma ter produzido um desastre no país, Temer chegou ao governo prometendo restaurar a confiança.

No entanto, não conseguiu mostrar resultados na recuperação de investimentos e na geração de empregos. A economia vai demorar mais tempo a esquentar do que imaginava o governo. Ou seja, a popularidade de Temer deve continuar baixa por um bom tempo.

Leia aqui dados da pesquisa Ibope.

A citação ao presidente Michel Temer em outra delação de um executivo da Odebrecht também foi tema do “SBT Brasil”.

Assista aos temas de hoje:

Comentários
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  1. Bras Silva disse:

    Desemprego também é alarmante, o índice de desemprego do governo Temer, 11,8%, com 12 milhões de desempregados, só perde para época do FHC, quando desemprego chegou a 12,6%, atingindo 14 milhões de desempregados. Não estou inventando nada, é só pesquisar, IBGE, IBOPE, etc.

    • walter disse:

      Caro Bras Silva, são fatos que o Temer herdou, e não teve sossego desde então; são “muitas emoções” encavaladas; seu governo foi montado com a previsão da continuidade do Eduardo cunha, por exemplo; todos já sabiam, que a lava jato avançava, mas preferiram tentar “tourear” o óbvio; com todas as nuances, e informes diários da imprensa, tudo tem sido tentado para amenizar ás exposições..Quando projetamos, as medidas já tomadas, na pior das hipóteses, teremos a retomada da economia em 2017, no primeiros seis meses, mas o temer, muito provavelmente,não “viverá” para ver, teremos uma nova Ordem…

  2. joao dias disse:

    KENNEDY Que o governo terá um caixa bem menos gordo do que antes, para investimentos,não se discute. O que se discute é o direcionamento desses recursos, para o lugar certo, sem priorizar o interesse político, mas o interesse econômico e social. O Tesouro Nacional não deve direcionar os recursos para obras que tem começo,mas não tem fim e isso envolve bilhões de reais com aditivos e superfaturamento, que foram para o esgoto. O Governo tem que licitar e começar obras planejadas, com recursos em caixa e prazo certo de entrega.Grandes obras e faraônicas estão inacabadas. Essa irresponsabilidade tem que ser estancada, para sobrar recursos direcionados à saúde, educação, segurança e outros itens precários na prestação de serviços.O Povo já cansou de reclamar de governantes pensando na próxima eleição e gastando, sem responsabilidade, o nosso dinheiro. Lembre q em qualquer país civilizado, não existe juros abusivos e criminosos de 30 a cinquenta vezes à taxa selic.

  3. mario machado disse:

    Dilma deixou um rombo tão imensurável na Economia que impossível se faz corrigi-la prontamente. Qualquer cidadão que acompanhe de perto o andar da carruagem sabe bem, muito bem, a velocidade com que os cavalos dispararam à frente de todo esse imbróglio a que a referida e despreparada presidentA meteu à nossa Nação. Nem fosse o Presidente Temer um Mago Merlim, a matriz primeira conjuntural tupiniquim entraria nos eixos. Assim como foi a referida dama apressada a gastar oceanos de reais esvaziando os cofres republicanos, o contrário se dá ao novo governo freando drasticamente despesas primárias por longos 20 anos. Por isso, por essa mazela petista, os cidadãos brasileiros precisarão de muitos lenços que enxuguem as lágrimas que deverão ser derramadas a esse negro espaço de tempo.

  4. Joselito Moura disse:

    A economia será sempre o termômetro de popularidade de qualquer governo. Mas o atual, além desse fator, pesa sobre ele um ranço ideológico de querer destruir todos os avanços que tenham relação com os governos do PT. Tanto é, que o discurso de todos que defendem esse governo, já foi decorado. Governo que não dialoga com a sociedade não se sustenta.

  5. juliano disse:

    Para quem prometia mundos e fundos depois do PT não é muita surpresa a decepção. 54 milhões não escolheram o PT a toa. Sem contar a traição. O povo não tem muita memória mas não gosta muito da “trairagem”.

  6. Alberto disse:

    Numa terra de miseráveis não é surpresa que a barriga venha a frente da ética e da moral.

  7. joao dias disse:

    Kennedy, economia se faz, primeiramente com um rigoroso critério e planejamento e seleção de gastos, como faz qualquer empresa organizada e o chefe de família. Veja que nos últimos anos, a União,Estados e Municípios, gastaram aleatoriamente , bilhões de reais, do Tesouro Nacional. Como o dinheiro é do Povo, ele não quer mais sacrificar o orçamento familiar, a troco do nada.Se o Povo elege as suas prioridades, mesmo destacando um terço do que recebe para os cofres do Governo, porque o Estado não age com responsabilidade, destacando os recursos arrecadados, para as verdadeiras exigências da sociedade. O Povo não entende e o governo não explica porque uma obra orçada em hum bilhão de reais até à sua conclusão e, no final, o custo é de 20 a trinta vezes mais.Só tem uma explicação: o superfaturamento, a falta de planejamento e a omissão . Logo , se o cidadão comum cumpre o seu orçamento para não falir, o Estado tem que ser bem mais rigoroso com o dinheiro de milhões de brasileiros

  8. joao dias disse:

    Kennedy, o governo está garantindo que os efeitos na redução da taxa Selic, são imediatos.Já dos juros cobrados pelo sistema financeiro, é a prazo longo, quando deveria ser a prazo curto, também.Hoje, no Brasil, os banqueiros tem o privilegio da auto regulamentação ou seja, praticam o maior de spread do mundo, com o consentimento e apoio do Banco Central. Por trás da redução da taxa Selic está o sistema financeiro, porque quanto mais baixa a Selic, maior os ganhos do sistema financeiro. Países civilizados, não permitem que o comercio e as pessoas físicas fiquem desprotegidas do Banco Central. Mais de 100 bilhões de reais dos depósitos à vista , não rende nada para os correntistas, mas rende para os banqueiros diariamente, com remuneração do Banco Central. Com as baixas na selic, os banqueiros irão capitar recursos próximos da inflação e aplicar ganhando trinta a 40 vezes mais e já influencia, acima do normal, o legis e executivo. O problema não é a Selic é o banqueiro.

  9. joao dias disse:

    É lamentável constatar, através de dados precisos e reais, que nos últimos 20 anos o sistema financeiro privado, como sempre , nunca teve participação positiva, para alavancar o crescimento do Brasil. Para reforçar a afirmação, a grande imprensa nacional está noticiando que nos últimos doze meses mais de 1 trilhão de reais deixaram de produzir riquezas e passou a ser um capital volátil, agiota e pernicioso para a nossa economia. Mas retroagindo somente a vinte anos atrás, o governo injetou no sistema financeiro, em valores reais, mais de 200 bilhões de reais, gerando prejuízo para o Tesouro, em alguns bilhões de reais. O que a maioria não sabe, é que os ativos continuarem sendo corrigidos e o passivo, não. Razão porque os Bancos faliram, mas controladores ficaram bilhionários, até com dívidas caducadas. O Governo socializou os débitos e democratizou os creditos. Hoje estamos vendo que a ajuda do sistema financeiro ao crescimento do País, foi cobrar jrs de 400 a 600% aa c/selic de 14%

  10. mano disse:

    numa terra onde uma grande maioria de políticos e muitos outros “cidadãos” (empresários, políticos, executivos, etc) estão envolvidos em corrupção, conforme delação da odebrecht, a conclusão é a seguinte: o presidente da república é o núcleo e orbitam em torno deste núcleo os principais líderes do governo (casa civil, secretaria de governo, secretaria de privatizações, governadores, empresários, vereadores, etc) incluindo o ex- presidente da câmara (preso) e o atual do presidente do senado.
    O que é moral: o conjunto de regras adquiridas através da cultura, da educação, da tradição e do cotidiano, e que orientam o comportamento humano dentro de uma sociedade. Tirem as suas conclusões. O que esperamos deste país? Reação do MBL e do Vem pra Rua?

  11. joao dias disse:

    Kennedy, ainda voltando ao assunto sobre o sistema financeiro, eu não culpo só aos bancos , mas a liberalidade que tem, do Poder Central, para agir c/indepêndencia, mas recorrendo ao Tesouro , na busca de recursos, para cobrir rombos de maquiagem contábil. Temos o exemplo do nacional e Bamerindus, q utilizaram quase o total recursos depositados e aplicados pelos correntistas p/negócios pessoais e, em nome da crise, o governo injetou bilhões de reais no sistema financeiro. Em 2008 a crise foi gerada pelos bancos, como reconhece o FED, com balanços fictícios, pagando, inclusive ao cliente, p/ compra imovel. Até hoje os americanos estão auditando as falcratuas, que pagavam bilhões de dolares em gratificações e bonus, com lucros fabricados, p/ diretores. Trouxemos os bancos estrangeiros, com regalias, achando q cobrariam espread democratico, Foi um engano e entraram no mesmo jogo. Decada 70 ñ havia tanta maquiagem e lucros fantasmas. Banco Pobre dono rico

  12. Maria da Consolação disse:

    A economia pode ser a principal, mas não é a única. Corrupção, inércia, reformas com retirada de direitos influenciam bastante.

  13. DIRETO AO ASSUNTO: É PRECISO PASSAR O BRASIL A LIMPO! disse:

    Não é só a economia não: o problema maior é que se cercou dos piores bandidos da política atual, com destaque especial para Renan Calheiros e Romero Jucá! Isso desacredita completamente as boas intenções de um governo que substituiu outro, principalmente por causa da corrupção generalizada!
    Só não enxerga isso quem está completamente fora de sintonia com a sociedade!

  14. Acho que na verdade o ponto nunca foi reformar nada, apenas fazer a manutenção do stablishment burocrático do país.

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2017-09-25 01:22:51