aki

cadastre-se aqui
aki
Política
14-11-2017, 11h40

Licença de presidência do PSDB pode viabilizar “solução Alckmin”

Tucanos fazem articulação para evitar confronto em dezembro
5

KENNEDY ALENCAR
BRASÍLIA

Há uma articulação no PSDB para oferecer licenças da presidência do PSDB a fim de convencer o governador Geraldo Alckmin (SP) a aceitar ser eleito para o comando do partido.

A ideia foi apresentada por tucanos ao ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e ao presidente interino, Alberto Goldman.

Pelo formato em debate, Alckmin seria aclamado como novo presidente do PSDB na convenção de dezembro. Na sequência, tiraria licença para continuar dedicado ao governo de São Paulo, com tempo para fazer articulações eleitorais sem precisar entrar na rotina partidária.

Nesse período de licença do governador paulista, o prefeito de Manaus, Arthur Virgílio, que demanda prévias, poderia disputar com Alckmin a indicação para a Presidência da República. Hoje, a tendência seria Alckmin vencer as prévias e retornar ao comando da legenda por volta de março.

Em junho, Alckmin se licenciaria novamente para cair fora da briga pela formação dos palanques estaduais tucanos, uma bola dividida que ele, como candidato a presidente, desejaria evitar. Daí em diante, faria a campanha presidencial.

FHC gostou da ideia. Haveria um acordo entre as alas oposicionista e governista da legenda. A Executiva Nacional seria composta por entendimento. Um grupo gostaria de colocar o governador de Goiás, Marconi Perillo, como o primeiro vice-presidente. Essa ala, capitaneada pelo senador Aécio Neves (MG), crê ter maioria hoje na máquina partidária.

Outro grupo deseja ter o senador Tasso Jereissati (CE) como primeiro vice-presidente. Cogita-se alternância de vice-presidentes no comando, a fim de acomodar interesses.

Em resumo, essa “solução Alckmin” seria um desenho bem ao estilo tucano a fim de convencer o governador paulista assumir a empreitada partidária.  Também evitaria uma disputa fratricida para formar a Executiva Nacional.

Detalhe: Aécio Neves mantém o comando formal da legenda com esse modelo de licenças.

Comentários
5
  1. walter disse:

    Resumindo caro Kennedy, tem mais caciques que índios, considerar o Alkimin, pode sim amenizar os ânimos por lá; quanto ao Marconi Perillo pelo amor de Deus, é mais Aécio em cena; este sujeito vai destruir o partido a médio prazo, já que o mesmo não se toca…Vale salientar, que em função da “podridão” em geral, e considerando que o PSDB tem certos “caciques enlameados”a espreita, como o Serra, que insistem em complicar o simples; pouco ligam ao que o povo pensa…se não fizerem a lição de casa, até as próximas eleições, terão prejuízo a longo…apoiar medidas do governo pode ser positivo, se forem para o bem da sociedade como um todo…

    • Maria Aparecida Ramos Tinhorão disse:

      Walter, a tua decepção é legítima.
      Ninguém na política está preocupado com o contribuinte.
      O pior de tudo isso é que a situação banalizou, ou seja, é antiga e aceita… Cada povo tem o governo que merece !

    • Maria Aparecida Ramos Tinhorão disse:

      Walter, concordo com você e acrescento: Segundo a delegada Elisabete Sato – diretora do DHPP: nem a ROTA entra na favela Paraisópolis.
      Como é que Alckmin quer ser presidente da República ? Com que autoridade ? Com que moral ??
      Lembrando que a Paraisópolis fica no quintal do Palácio do governo do Estado de São Paulo.

  2. LADRÃO DE COFRE PÚBLICO É O BANDIDO MAIS PERIGOSO DO MUNDO! disse:

    A melhor solução para o país seria as Forças Armadas colocarem todas as quadrilhas de bandidos na cadeia… acabar com o foro privilegiado para crimes não fossem relacionados ao exercício de “mandato”…depois dessa limpeza, promover eleições diretas “sem voto obrigatório”… só podendo ser candidato quem tivesse “ficha limpa”!

  3. renata vieira disse:

    Antes o Alkmin do que os outros.

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios são marcados

Não serão liberados comentários com ofensas, afirmações levianas, preconceito e linguagem agressiva, grosseira e obscena, bem como calúnia, injúria ou difamação. Não publicaremos links para outras páginas devido à impossibilidade de checar cada um deles.

You may use these HTML tags and attributes: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <strike> <strong>

 
2017-12-17 23:19:34