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Economia
21-09-2013, 11h00

Agências se queixam de imposição do Planalto

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Nos bastidores, todas as agências reguladoras envolvidas na elaboração das regras do pacote de concessão têm uma queixa comum: a imposição do formato é imposta pelo Palácio do Planalto e principais ministérios.

Quando técnicos das agências levantam dúvidas, as respostas costumam ser “a presidenta Dilma Rousseff quer assim” ou “o ministério já acertou com a Casa Civil que será desse jeito” ou “faça como estão pedindo”.

Prevalece nas agências reguladoras certo temor em contrariar a presidente e os ministros das áreas envolvidas nos pacotes de concessões à iniciativa privada. As agências já haviam perdido força no governo Lula, na comparação com o período FHC. Na gestão Dilma, esse poder diminuiu mais.

Comentários
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  1. Richard Faulhaber Trent disse:

    E a quem caberia a responsabilidade pela regulamentação das regras gerais e das regras específicas de cada uma das licitações publicas referentes às Concessões ??!!
    Gostaríamos de entender mais, todos nós, sobre tais concessões públicas, sobre as atribuições que cabem ao Governo, sobre as atribuições que cabem às agências reguladoras, e sobre todo este processo, de regulamentação, de decisão, de gestão, de controle, …

  2. Amarildo Neves disse:

    Este não é um problema só das agencias reguladoras. Toda a máquina pública está sendo subjugada pelas idiossincrasias da Presidente Dilma. Ela tem opiniao formada sobre tudo e não ouve ninguém, sobre nenhum assunto. Seu estilo autocrático de governar não permite dissensões. O requinte de crueldade é que ela raramente demite: os que a contrariam sao colocados na geladeira, na qual permanecem de castigo por um período de provação, ate se comportarem melhor, ou para sempre, como verdadeiros zumbis palacianos. A imprensa ainda nao entendeu o jogo.

  3. luiz bueno disse:

    Não poderia ser de outra forma. Dilma pode ter boas intenções (o inferno também), mas a sua formação e a influência que nela causam o chavismo e o kirchenerismo são marcas profundas.
    Creio que no fundo ela sofre com a situação paradoxal que a envolve. Envolve literalmente.
    Sabe que o país precisa se modernizar, mas acredita que ainda vai consegui-lo com métodos antigos (mão de ferro e tendência ao socialismo). Sabe também que a cada dia que passa isso parece se perder no retrovisor. É uma batalha perdida lutar contra a força do capital, para o bem e para o mal.
    No frigir dos ovos, o país (e com ele seu povo, nós) vai perdendo a corrida contra o tempo de profundas mudanças. O país terá novas chances?

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