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Política
06-11-2019, 8h06

Ao defender férias de 60 dias, Aras retrata elite egoísta e predatória

Privilegiados perderam vergonha de defender privilégios
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Kennedy Alencar
BRASÍLIA

Ao defender a manutenção das férias de 60 dias para integrantes do Ministério Público, o procurador-geral da República, Augusto Aras, encampa o pior tipo de discurso corporativista. Defende um privilégio que sangra os cofres públicos e demonstra egoísmo orçamentário num país em que falta dinheiro para investir em infraestrutura e programas sociais.

Para piorar, fez tal defesa ameaçando o Congresso. Para quem tem o poder de pedir investigações e fazer denúncias contra parlamentares, ele usa de forma abusiva as prerrogativas do cargo para defender uma pauta corporativista.

Aras deveria se manter afastado desse tipo de assunto, mas, a exemplo da maioria dos procuradores da República e dos magistrados, é um privilegiado sem vergonha de defender privilégios. A fala do procurador-geral da República é o retrato de uma elite egoísta e predatória, mais preocupada com seus supersalários e privilégios de casta do serviço público.

Ouça esse comentário a partir dos 3 minutos e 30 segundos no áudio abaixo:

Comentários
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  1. walter nobre disse:

    Entender qualquer autoridade, principalmente eleita recente sobre benesses aos seus colegas, no primeiro minuto de jogo, com o País sem recursos para investimentos, cheira a falta de respeito ao Povo. Aliás, no Congresso em maioria, a começar pelo seus lideres, todos querem faturar ganhos extras. Falando nisso, daqui a pouco na calada da Noite, vão conceder aumentos a classe extravagantes, como fazem todos os Anos, vamos ficar alertas, vão forçar em cima do presidente, sem pena e sem dó.

  2. Hipertextos, a informática e a Internet aplicados ao Judiciário disse:

    O problema do Judiciário é achar que não pode ser substituído pelas ferramentas que já temos na internet e sistemas avançados da área jurídica. Basta um pouco de conhecimento de programação, a obrigação da padronização das petições iniciais, das respostas dos juízes em primeira, segunda, terceira instâncias; das formalizadas segundo uma estrutura para novos documentos, novas observações, interferências, revisões, para um ano. Que nos anos seguintes todo este trabalho poderia ser executado com base na lei. Por uma justiça realmente cega as vontades políticas, as vontades de cunho pessoal e corporativistas. Hoje Brasília e seu judiciário pelos estados a fora, principalmente Curitiba, demonstram que muitas das decisões se para o bem do povo, não deveriam ter influência partidária do juiz que julga. Deveríamos ter uma primeira avaliação com base nas leis, partes dos textos das jurisprudência, e dos demais instrumentos jurídicos dada pelo computador programado. Imaginem: 1) agilidade; 2)…

  3. Hipertextos, a informática e a Internet aplicados ao Judiciário disse:

    2) Imparcialidade, 3) Decisão sem que apareça não observância as Leis, 4) Pau que se dá em Chico, neste momento, daria também em Francisco (Pau que se deu no Lula, daria nos “Bolsonaros”. E tudo seria mais fácil. Já que o tempo, e esta dita carga de trabalho que não existe em favor da lei, da constituição, da ética, do bem público para o povo, teria sido reduzida a minutos para 1, 2, ou as 3 decisões. É notório que vários julgamentos seguem uma mesma ritualística, os pedidos são fragmentados em não observância a lei, a defesa argumenta pautada em lei, e deveria a decisão ser pautada na lei. Hoje não é. Por isto, o STF, nas figuras estranhas da dita elite de conhecimento jurídico. Usa do tempo em TV para envergonhar o senso jurídico e a execução da lei, da constituição. O Juiz teria papel de aprovador do resultado, da emissão da sentença. E mesmo que se apresentasse falhas, não seria necessário bilhões de reais para uma falsa aparência de termos homens justos trabalhando. Com isto,…

  4. Hipertextos, a informática e a Internet aplicados ao Judiciário disse:

    Com isto, este Deuses, as vezes da ociosidade da sentença justa, dos penduricalhos vergonhosos, ante-éticos, não teriam justificativas para tantas férias, tantas folgas, tantos feriados emendados. Se reduziria o café gasto, não se precisaria fazer mudança de local de trabalho, não teríamos que fazer uma auditoria em papel, já que as trilhas das programações e imagens que podem ser capturadas por câmeras nos computadores, corredores, apresentariam o devagar daquela caminhada dos que não tem pressa para melhorar a economia porque seu salário supervalorizado está garantido, mesmo se provada culpa sua no processo. Há Kennedy! Se pudéssemos trabalhar hipertextos, a informática e internet a favor da emissão da sentença rápida, com base em todos dados jurídicos capturáveis, acabaria este teatro endeusador do abusador santo. E não só por uma, seria possível apresentar uma para cada juiz no País. E sem a parte ruim. Aquela que vem da índole de cada um. E intervenção manual só se precisar.

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2019-12-08 16:52:38