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Economia
21-12-2015, 9h13

Barbosa precisa ser sincero sobre meta fiscal de 2016

Desafios principais são conquistar confiança e apagar desconfiança
33

KENNEDY ALENCAR
BRASÍLIA

O novo ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, tem dois desafios principais. O primeiro e mais importante: recuperar a confiança do mercado financeiro e dos empresários numa proposta consistente de melhora da economia. O segundo desafio tem ligação com o primeiro, mas é diferente: vencer as desconfianças, apesar de ser um dos responsáveis pela política econômica que deu errado no primeiro mandato.

No final da manhã de hoje, antes da posse, Barbosa vai conversar com investidores estrangeiros. Isso mostra o tamanho da desconfiança em relação a ele.

Normalmente, um novo ministro da Fazenda é nomeado porque sua escolha tem um efeito positivo. Quando a presidente Dilma Rousseff tirou Guido Mantega e colocou Joaquim Levy, foi isso o que aconteceu. Agora, ao trocar Levy por Barbosa, o efeito é negativo.

Barbosa precisa apresentar ao país um plano fiscal de longo prazo que seja consistente e uma proposta de reformas, como a da Previdência, que possam ter chance real de aprovação no Congresso. Isso seria a proposta do atacado.

No varejo, tem de ser bem claro hoje sobre a meta fiscal de 2016. Barbosa queria zerar a meta. Levy queria 0,7% do PIB (Produto Interno Bruto) de superavit primário. O governo tentou aprovar 0,5%, mas já dizendo que poderia zerar com o abatimento de gastos em investimentos.

Levy se uniu à oposição e a meta de 2016 ficou em 0,5% sem poder ser zerada. Barbosa precisa ser sincero sobre o grau de ajuste fiscal que deseja implementar. Está falando em manter o ajuste, mas de qual forma? A meta será de 0,5% mesmo? Há previsões de mercado de que haverá deficit primário novamente. Não adianta falar em meta de 0,5% agora e daqui a dois meses dizer que será zero ou daqui a seis meses surgir com um número negativo. Melhor dizer hoje o que pretende fazer de fato.

O governo Dilma descumpriu no primeiro e no segundo mandatos todas as suas metas fiscais. Para recuperar a confiança, Barbosa terá de ser claro a respeito disso. Do contrário, correrá o risco de ter passagem breve pela Fazenda.

*

A depender do que fizer nos próximos dois meses, dos resultados que apresentar, Barbosa vai ajudar a esquentar ou esfriar o debate do impeachment. Com a decisão do STF (Supremo Tribunal Federal) de invalidar o rito que o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, queria dar ao impeachment, houve uma vitória política inegável da presidente. Isso esfriou um pouco a tese do impeachment.

Hoje, na “Folha de S.Paulo”, o senador Aécio Neves retira o aval que o PSDB deu a um eventual governo Temer há duas semanas, quando a cúpula se reuniu e defendeu o impeachment. Aécio, que preside o PSDB, disse que o partido não deve pensar em cargos num governo Temer e que o vice-presidente tem sido parceiro de um projeto que fez o país retroceder 20 anos. É um claro recuo em relação à disposição de apoiar uma gestão Temer. Isso também enfraquece a tese de impeachment.

Esse debate, porém, poderá esquentar se a economia piorar. Empresários estão pessimistas em relação a 2016 e também no que se refere à capacidade da presidente de tirar o país da crise. O que vai acontecer com a economia vai nos mostrar mais adiante se a presidente será capaz de esfriar de vez no Congresso a tese de impeachment ou se vai dar mais combustível à possibilidade de queda do poder.

Ouça o comentário no “Jornal da CBN”:

Comentários
33
  1. Abelardo disse:

    A política de aumentar juros e provocar recessão para controlar a inflação já está ultrapassada, Isso não funciona mais, tá aí o exemplo do Levy. Demoramos tanto para crescer e de uma hora para a outra entramos em recessão.

    • walter disse:

      Total razão Abelardo; estão testando os nossos nervos, não há nada de Novo; quem esta rindo a toa, são os Bancos, como sempre…
      Caro Kennedy, você já sabe, pelos seus depoimentos anteriores,não concorda com Nada disso…não Vi, um Jornalista econômico, aplaudir a decisão Petista; “ficou tudo dantes, no quartel de Abrantes”; se foi decisão da dilma, demonstra a infelicidade e incompetência mais uma das tantas vezes; ser fiel da balança nem pensar; demonstra com CLAREZA…O PT NÃO QUER ORGANIZAÇÃO COERENTE,POR UM SIMPLES MOTIVO; A DILMA NÃO FARÁ SACRIFÍCIOS,CONTINUARÁ A GASTANÇA”…

    • Pedro Lago disse:

      Não, não foi de uma hora para outra que o país entrou em recessão. É uma trajetória que se iniciou já no primeiro ano do governo Dilma. Foram as decisões de baixar juros na marra, represar tarifas públicas, aumentar o gasto público sem lastro de receitas, incentivar com empréstimos subsidiados os “campeões nacionais”, alterar o marco regulatório do setor elétrico, alterar a lei do petróleo, facilitando o saque da quadrilha instalada na Petrobrás. Não foi o Levy o culpado. A culpa foi toda da política econômica (se é que se pode chamar isto de política. Está mais para um conjunto de trapalhadas de incompetentes) preconizada pela mandatária do país.

    • luiz rocha disse:

      Prezado Abelardo
      O Mantega, juntamente com o Barbosa, com a política que você sugere, afundaram o nosso país e deixaram a situação atual!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
      Joaquim Levy estava no caminho certo.

    • Elaine disse:

      Abelardo, você é economista? Acho que sim, pois sou economista e vejo que uma taxa SELIC de 14,25% a.a com recessão é tragédia anunciada. Ele precisa convencer o BC de diminuir esta taxa, eles querem derrubar a inflação com recessão e desemprego? Isso é querer sacrificar demais os trabalhadores. Defendo a mudança da taxa SELIC para ontem.

    • Joaquim disse:

      Abelardo, o que funciona é gastar o dinheiro que não se tem???
      É dar dinheiro para os amigos, sindicatos e quem lhe dá apoio?
      Quem tem dinheiro muito o pouco, não irá acreditar em papai noel. Nem você irá gastar a sua poupança durante um desgoverno deste. Por tanto o que funciona é credibilidade e isto a Dilma não tem.

  2. Francisco Miranda disse:

    Bom dia Kennedy. Nessa turma, seja ele ou ela qual for, já estão desgastados. Ninguém acredita mais nas promessas de quem quer que seja. Se não surgir um nome novo, diferente, com palavra de “homem”, acho que não vai resolver o problema deste Brasil.

  3. PEREIRA disse:

    Na verdade nada que venha do governo Dilma não foi outra coisa a não descumprir, mentir e deixar os seus eleitores somente com falsas promessas, como se diz o velho ditado “pau que nasce torto, até a cinza é torta”. Pode mudar ministro, pode até mesmo colocar um santo que venha operar milagres, a lógica é clara não reduz gastos desnecessários, não cumpre meta alguma. Desafio que mostrem claramente redução de gastos desnecessários. Não fazem e não faram, pois tens o povo brasileiro para pagar a conta.

    cumpriu descumpriu no primeiro e no segundo mandatos todas as suas metas fiscais. Para recuperar a confiança, Barbosa terá de ser claro a respeito disso. Do contrário, correrá o risco de ter passagem breve pela Fazenda.

    *

    A depender do que fizer nos próximos dois meses, dos resultados que apresentar, Barbosa vai ajudar a esquentar ou esfriar o debate do impeachment.

  4. Marco Túlio Castro disse:

    Qual meta fiscal ? O Kennedy tem mesmo piada ! A meta do Barbosa é ser um ministro obediente, adestrado nos princípios do PT (não vou nem dizer quais são). Ele vai fazer uma gestão populista com o fim claro de salvar o governo da gerenta. O Brasil já era. Um misto de hospício e circo governado por um bando de zombies.

  5. Ruy Teixeira disse:

    Nem Fidel acredita mais nesse governo.

  6. PAULO ROBERTO DOS ANJOS OLIVEIRA disse:

    O Joaquim Levy, como Executivo do Bradesco, pode até ter um bom currículo, ser um bom contador, mas precisamos agora de alguém com um perfil mais “desenvolvimentista”, que tenha a coragem de incentivar investimentos públicos para movimentar a economia (o Governo pode sim “alavancar” a retomada do crescimento com obras serviços e investimentos, contratando empresas privadas para tal )e, quem sabe, ter até coragem de baixar os juros, um pouquinho de cada vez, mais ir baixando para incentivar o consumo, recuperar os empregos na indústria, no comércio, nos serviços…
    Nas mudanças da MP 664, que acabaram virando Lei (não integralmente), e Pensão por morte não é mais vitalícia. Tem uma “tabela” de acordo com a idade de conjuge remanescente. Só é vitalícia se o remanescente já tiver completado 44 anos de idade. Antes disso tem que aplicar a tabela para ver por quantos anos será paga a pensão.
    Quer fugir disso? Quem sabe você não faz uma Previdência Complementar Bradesco…

    • Pasquale disse:

      Meu caro Paulo,o governo não pode alavancar nada.
      Acabou o dinheiro,entendeu?
      Ele esta passando a sacolinha.

    • Raphael Portugal disse:

      Amigo de boa, isso funciona quando o governo tem gordura para queimar, o que não acontece hoje, temos vários problemas em seu comentário

      1) Quais empresas privadas serão contratadas para as obras de infraestrutura? As da Lava-jato???

      2) De onde virá o recurso para financiar as obras, visto que no orçamento não há espaco???

      3) Com a perda do grau de investimento, e aumento dos juros nos EUA voce quer realmente baixar os juros na marra??? tem ao menos a noção do que pode acontecer com nossa taxa de de cambio??

      o buraco é bem fundo e por favor não tente soluções mágicas, já sabemos que isso não funciona.

      • João disse:

        Concordo Raphael. As pessoas reclamam da desonestidade dos políticos, mas é possível perceber que a maioria implora para ser enganado!
        Esse tipo de política sugerida pelo leitor acima já foi colocado em prática e o resultado é este que estamos colhendo. É impressionante como as pessoas não aprendem com os erros!

  7. Pasquale disse:

    O que ele vai fazer?…seria ele MR.Barbosa o mágico dos mágicos?
    Quem será o louco de aprovar a CPMF???????????????????????????????

  8. A continuar nesta proposta, a UTI dará encaminhamento da politica eleitoral/financeira que os escandalos deste governos proporcionaram ao país, onde estão os discursos do Sr. Luiz Inacio Lula, calou-se quando a verdade apareceu…

  9. PAULO ROBERTO DOS ANJOS OLIVEIRA disse:

    Kennedy, o Bolsa família é um programa Federal, mas é “operado” pelas prefeituras. Como assim?. A pessoa para se candidatar tem que se cadastrar no CRASS (Centro de Referencia de Assistencia Social) e se cadastrar no CAD UNICO. Acreditasse que dezenas de “vereadorezinhos” coloquem dezenas, centenas,de milhares de pessoas nesse Cadastro, por “politicagem local”, gente que precisa, gente que não precisa, etc. Como temos mais de 5.500 municípios, não se sabe e não se tem muito controle de quantas pessoas são colocadas no programa. Como disse, o programa é federal, mas operado pelas prefeituras, mas PAGO pelo governo federal. Se passasse o controle disso para o Governo Federal, através do INSS ou outro órgão qualquer da sua estrutura, o controle seria maior, com certeza.
    Nesse exato momento em que escrevo, vem a pergunta: Quantas novas adesões estão sendo efetuadas agora, sem o controle federal? Você acha que as Prefeituras tem esse rigor todo?

  10. Marcellus disse:

    Todos os números negativos lembram a era collor. Mas tem uma diferença no governo collor e o atual, o vice (Itamar Franco) era de fato uma luz no fim do túnel.

  11. Ray Magno disse:

    “Barbosa precisa ser sincero sobre meta fiscal de 2016”

    É o mínimo que se pode esperar de um Ministro da Fazenda.
    O Levy foi sincero demais.
    Levantou a ponta do tapete, mas dentre erros e acertos mostrou um quadro dantesco petista.
    E de homem de confiança da presidenta passou a indesejável.
    O que será do amanhã, responda quem puder……
    Saudações.

  12. Economista de boteco disse:

    Barbosa precisa ser extremamente cuidadoso com as declarações que fizer. Quanto menos prometer, maior será seu sucesso. É difícil tourear as cobranças em relação aos projetos futuros, principalmente quando são exigidos alvos numéricos. Somos brasileiros, sabemos que aqui jamais nascerá o dia em que o futuro possa ser expresso em números. E Barbosa vai errar feio se ele se comprometer com metas fiscais numéricas. Ele deve ser claro ao explicar seu método, seu plano e seus objetivos, mas deve ser absurdamente evasivo quando o assunto cair para o lado dos números. Gringos adoram números, mas são os primeiros a nunca atingi-los, pelo menos dentro do tempo a que eles se propõe. Merril Lynch que o diga. E Barbosa também não tem condições de prever nada porque as receitas e os resultados governamentais vão depender da variável consumo/2016, ainda completamente desconhecida e até certo ponto imprevisível.

  13. ivan veloso disse:

    O que este cidadão vai fazer, ainda não desconfiaram? Tentar(comprar o congresso com a velha máxima de distribuir verbas e cargos) aumentar impostos e recriar a CPMF para manter a gastança pois êles ainda não estão convencidos que foram estas políticas que nos deixaram na situação caótica atual. E tome o porão do fundo (pois no fundo do poçojá estamos)…

  14. Renato disse:

    A pergunta que fica aos desenvolvimentistas: de onde virá o dinheiro?
    Da sociedade não será: a recessão somada à elevada carga tributária e juros altíssimos secou o bolso dos contribuintes e investidores nacionais.

    Do exterior? Com a rebaixa do grau de investimento, o preço para trazer dinheiro de fora ficou mais alto (juros) e o prazo menor (perda de confiança).

    E sim, vale uma observação aos desenvolvimentistas: há uma diferença BRUTAL entre investimento e despesa. E hoje, o grande ralo de dinheiro do governo está no custeio e não no investimento. O paquiderme petista/peemedebista come mais do que trabalha…

  15. Alberto disse:

    A “gente veremos”.Simples assim.

  16. Mata disse:

    No planejamento não deu apesar de sabotar o Levy é um ministro que fala uma coisa e faz outra não vai dar certo vamos afundar de vez planejou o que nos ultimos tempos so se foi CRISE

  17. João Guilherme Maia disse:

    Infelizmente esse novo ministro da Fazenda é mais um incompetente que o governo corruPTo do PT coloca do seu grupo para resolver um problema que ele já demonstrou que não tem capacidade para tal tarefa. Só o fato dele já envolver a Previdência como escape par esconder a sua incompetência já mostrou pra que ele veio. Já foi demonstrado por duas instituições sérias e competentes que a Previdência não deficitária como este governo corruPTo do PT vem usando nesses treze anos de desgoverno para justificar a sua incompetência para gerir as contas Públicas. Eu não sou economista, sou formado em Ciências Contábeis e com isso tive também no meu currículo a cadeira de economia, principal a Pública. Todos os brasileiros sabem, sem ser preciso ter formação em Ciências Contábeis ou Economia, que o problema do governo brasileiro é inchaço da máquina Pública, principalmente depois que o PT chegou ao poder, devido à criação irresponsável dessa montoeira de Ministérios inoperantes.

  18. Luizz disse:

    Muito difícil a tarefa deste senhor, que já começa tendo que se explicar !!!
    Não sei se neste blog ou em outro teria sido escrito “que com Nelson Machado, o ministro da fazenda seria a sra. Presidenta !! Grave não?.
    Como você, Kennedy, todos nos torçemos para estarmos errado,e que esse senhor faça voltar a confiança nos mercados e em nós brasisleiros.
    Fora do poder, não existe nhenhum brasileiro contra o Brasil !!!
    Curriculum e capacitação técnica, aparentemente esse senhor tem, mas eita povo pra confundir as coisas: Neste cargo, o cupante tem que ser aceito pelos mercados, tanto cá quanto alémmar.
    Sra. Presidenta, a sra.nos osutros ministérios, VExcia, pode por e tirar quem a sra, quiser, mas…..não nesse!!!!!, explica pra ela sr. Kennedy

  19. André disse:

    Que meta fiscal? E esse desgoverno tem alguma meta? A única coisa que interessa a esse governo é a meta do poder a qualquer custo.

  20. jorge guimarães disse:

    Não estamos num parlamentarismo. A presidenta Dilma só vai sair em 2018. Partindo-se dessa premissa, a equipe economica poderá trabalhar. O que se vê é os Aécistas querendo derrubar Barbosa antes mesmo que ele assuma. Esse pessimismo que agora está arraigado na alma de alguns brasileiros, não muito nacionalistas, e que foi adquirido via campanha midiática está nesse momento desestabilizando a confiança, não só interna mais também externa no Brasil. Alguns brasileiros tem esse péssimo hábito de desvalorizar o que é nosso, o que conquistamos. Barbosa vai estar alinhado com a presidenta Dilma num projeto desenvolvimentista e que a meu ver vai funcionar. Num primeiro momento vai ativar o mercado interno com lançamento de obras de infraestrutura e com a retomada da economia e em seguida vai apostar na baixa de juros. Somos todos testemunhas no que pode resultar uma campanha difamatória contra o governo. Já passamos pelo neoliberalismo do FHC e não foi nada bom.

  21. Arcanjo dos Anjos disse:

    O Nelson Barbosa sempre esteve a frente da situação em 2015; quem se lembra da proposta de orçamento (com déficit), foi uma criação do Nelson Barbosa. O Levy era contra a apresentação da proposta deficitária – que nunca antes neste país – foi feita ao Congresso. Mas o Levy teve que a contragosto fazê-lo por ordem da Dilma.
    Ninguém tira da minha cabeça que a proposta das “pedaladas fiscais” foi obra do Nelson Barbosa. Pois ele era secretario executivo do Ministério do Planejamento na época e a Dilma sempre ouvia ele.
    Se configurar que de fato o Nelson Barbosa tenha cérebro de minhoca; estaremos todos perdidos em 2016.
    O Nelson Barbosa não é de fazer corte para conter gastos; prefere equilibrar as contas criando mais impostos. A proposta da recriação do CPMF tem o pedigree de uma idéia do Nelson Barbosa.
    Fora isso para 2016 provavelmente haverá aumento da CIDE (combustíveis) e o IOF (operações bancarias).

  22. Arcanjo dos Anjos disse:

    Fora isso para 2016 provavelmente haverá aumento da CIDE (combustíveis) e o IOF (operações bancarias). Que poderiam ser feitas via Medida Provisória, sem passar pelo Congresso – diferente da CPMF.
    Não queria ser a Mãe Dinah; mas 2016 deve ser um ano de aumento de impostos dos combustíveis e das tarifas bancarias; alem da volta da CPMF.
    Desemprego alto + inflação alta + combustíveis caros + impostos mais altos. Um cenário pior do que foi 2015.
    Desejo do fundo do meu coração que eu esteja completamente errado. Mas analisando o retrospecto, deveremos ir neste caminho.

  23. luis disse:

    Esse ministro já nasceu natimorto…
    Fica claro que ele não tem plano algum…pois se tivesse demonstraria no primeiro dia à que veio:
    Quando e onde vai fazer o que?
    E se tivesse seria mais do mesmo…
    Chega a ser ridículo… essas demonstrações publicas de incompetências…

  24. Antenor disse:

    Kennedy, não dá para confiar! Já foi dito (Jaques Wagner) que quem comanda a economia e a Dilma. Confiar como, em quem mentiu e enganou 54 milhões de pessoas que votaram nela? (menos eu). É símples: Se é ela quem dita as regras da economia, vamos continuar com lorotas e conversinhas de que “o mais importante é o bolsa isto e bolsa aquilo, minha casa minha dívida” e essas de populismo barato que levou a Venezuela ao que vemos hoje. Essa inistro vai ser mais um manipulado pelos MORTADELAS do pt e pela Dilma! Nã vai ter autonomia e nem braços para mover qualquer plano que não seja da vontade dos MORTADELAS. Espere e verá.
    Pagamos, hoje a gasolina e o diesel mais caro do mundo, tudp isto com o barril de petróleo a US$39,00. É para que nós, pobres brasileiros, paguemos os rombos que eles fizeram na Petrobrás. E ainda querem mais (CPMF????). Concluindo: Como acreditar nessa gente???

  25. Marcus disse:

    O Aécio é bipolar?

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