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Geral
01-11-2013, 9h41

Black bloc é diferente de PCC

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Maior cooperação na área de inteligência é acerto dos governos federal, de São Paulo e do Rio. É importante diferenciar PCC de black blocs. Falar em mudar lei é forma de dar satisfação ao público e ganhar tempo. Melhor aplicar legislação que já existe. Escute o comentário no “Jornal da CBN”.

Comentários
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  1. Leandro Felipe disse:

    Mudar lei pra reprimir protestos de rua, sejam eles violentos ou não, é um passo extremamente perigoso. Por outro lado, nada se fala ou se faz, em relação a existência de uma Polícia Militar, uma instituição com estrutura e ideologia estranhas a um regime que se pretenda democrático. Coerência mandou lembranças. Mas é atitude típica de um país que não julgou seus ditadores militares, e fecha hipocritamente seus olhos à torturas e assassinatos cometidos por uma polícia que desde então, se mantém intocada. Parabéns, Brasil!

    • MARIA APARECIDA disse:

      Estrou concordando com você Leandro.

    • Leandro Ventura disse:

      Uma Grande Festa Ploc pelos Black ‘Ploc’ Bloc, tá ligado?!
      Assistimos novamente esta semana outro conflito na Central do Brasil entre militares e militantes por causa do aumento da passagem de ônibus que pelo visto nunca mais poderá ser majorada estejam os derivados e as reposições salariais onde estiverem sem que os Black Blocs mostrem suas máscaras já que não podem mostrar a cara e assumir suas convicções políticas.
      Possivelmente com sede no Instituto Benjamim Constant na Urca, esse grupo não viu que o governador Sérgio Cabral no último mês concedeu sem qualquer justificativa plausível um indecente desconto de 50% sobre o IPVA dos ônibus fluminenses sem que um militante sequer fosse ao Palácio Guanabara soltar seus rojões em protesto a esse assalto aos cofres públicos e desrespeito com os contribuintes que pagam seus impostos em dia.
      As bandeiras seguem as mesmas com jovens nacionalistas se reunindo pelo Face do americano imperialista para acabar com as polícias e retirar do poder presidente, governadores e prefeitos eleitos democraticamente após vinte cinco anos de justificada luta pela liberdade que foi suprimida a cacetete nos anos sessenta e setenta quando jovens foram mortos, torturados e exilados depois de assaltarem bancos, seqüestrarem autoridades por uma causa realista e até mesmo justificável apesar de não ter adiantado nada como não adiantará agora.
      O que se vê nos dias de hoje, mesmo dizendo a cada instante da oração ‘tá ligado?!’, é que estão sem orientação ideológica mesmo com acesso irrestrito à informação que não os educa para suas realidades fazendo-os entender que não existem mais o marxismo do Tchê e nem asilo em país anarquista porque eles simplesmente nunca existiram fora da Idade Média. Alforriados pelos pais e donos dos seus atos antes mesmo de poderem responder legalmente por eles, são convictos de poderem consertar o mundo assim como há anos o insurgir popular libertou a França do Luiz; o Brasil do João; a Cuba do Batista; a Alemanha de Weimar e a Rússia de Nicolau, resultando anos depois em Napoleão, Fernando, Castro, Adolf, Lenin e tantos outros tiranos que em nada se alinharam com a sensatez de Mandela, a paciência de Gandhi, a determinação de Gorbashowi, a liderança de Walesa e a coragem de Kennedy.
      Ser jovem adolescente no Brasil é realmente frustrante eis que não há com o que se conformar porque nada funciona direito e em nada se acredita de verdade; nem nas instituições e muito menos nas pessoas. A nossa guerra mais revolucionária terminou no Araguaia com apenas Genuíno sobrando pra contar estória antes de ser preso desviando verba do seu amado povo no Mensalão.
      Os jovens Yankees sim, estes tiveram motivo para mudar e mudaram o mundo sem napalm, mas afrontado com sexo, drogas e Rock in Roll eles quebraram o pau com Lyndon Johnson e mostraram que mesmo trepando na praça, fumando maconha e fedendo pra cacete podiam parar uma guerra, mas não podiam quebrar a Casa Branca porque ela era a casa de todos. Lá quem tem, tem medo. O que nos separa daqueles jovens, hoje cinqüentões, é a falta de propósito e de uma guerra real para lutar porque vivemos em paz e na democracia que escolhemos viver em plebiscito após irmos às ruas pelas Diretas Já e pelo Impeachment.
      A falta do que fazer além das academias e das redes sociais e de ter no que acreditar transformou para esses jovens tudo numa grande porcaria; até suas próprias convicções. Cada manifestação é para eles uma animada volta ao passado, uma verdadeira festa PLOC! São os foguetes sem religião, são o futuro da nação e a geração que conseguiu se revoltar até com a própria Coca-Cola.

  2. Prezados, não sei se ha necessidade de alterar a Lei. Falta sim pulso firme das nossas autoridades. Se ao indiciar um vândalo, o Delegado pode estipular a fiança, então que se faça isto, e estipule a mais alta. Dizem que para este tipo de manifestação precisam de garantias federais, mas, é inadmissivel a passividade das forças de segurança, presenciando os coqueteis molotovs sendo lançados contra a tropa, presenciando a depredação de patrimonio e não se fazer nada. Se eu agora, sair e atirar uma pedra num policial, eu vou preso. E porque não se prende o baderneiro? O que muda? Se a conduta é a mesma? Falta sim, MACHO para Governar, sem se preocupar com eleição

  3. CLEITON FLORES disse:

    Disse tudo: Já temos as leis agora só falta coloca-las em prática+

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