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Política
03-10-2019, 19h04

Bolsonaro é aconselhado a fazer reforma ministerial para 2020

Tropeço previdenciário ocorre por falta de base no Congresso
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Kennedy Alencar
BRASÍLIA

O presidente Jair Bolsonaro tem sido aconselhado por parlamentares experientes a fazer uma reforma ministerial que integre oficialmente mais partidos ao governo, nomeando deputados, senadores ou indicados políticos para o primeiro escalão. Ou seja, usar uma reforma ministerial para criar uma coalizão formal no Congresso.

A desidratação do impacto fiscal da reforma da Previdência reforçou os conselhos para Bolsonaro aproveitar o final de 2019 ou a virada de ano a fim de recompor politicamente o ministério para administrar o país a partir de 2020.

A proposta de reforma da Previdência do ministro da Economia, Paulo Guedes, previa impacto fiscal de R$ 1,2 trilhão em dez anos e seria aprovada ainda no primeiro semestre. O Congresso a desidratou para R$ 800 bilhões e deverá aprovar o segundo turno no Senado na segunda quinzena deste mês. Investidores e empresários demonstram menos confiança na recuperação da economia.

Outro argumento que pesa a favor de uma reforma ministerial: a queda de popularidade do governo indicaria a necessidade de criação uma base formal no Congresso, algo que Bolsonaro não fez desde quando chegou ao poder.

O presidente está refletindo, apurou o blog. Os filhos políticos e assessores mais antigos defendem que ele mantenha o atual estilo de morde e assopra com o Congresso, mas alguns auxiliares mais experientes avaliam que será difícil politicamente levar o governo por mais três anos sem uma troca significativa no ministério a fim de criar uma base oficial no Legislativo. Cargos de segundo escalão também entrariam no xadrez dessa reforma.

Ouça as informações no início do áudio abaixo:

Comentários
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  1. […] Fonte: Bolsonaro é aconselhado a fazer reforma ministerial para 2020 […]

  2. walter nobre disse:

    Kennedy, deve acontecer mudanças, já que este Ano houve muitos desacertos e desconcertos, até o governo se ajustasse; haverá ajustes por inúmeras circunstâncias, em doses homeopáticas; acredito que independente de conselhos, o presidente já esta com isto em mente; neste instante, precisa articular melhor relacionamento com o congresso, o que fará pessoalmente…quanto a previdência, não ocorreria sem desidratação, em governo algum, já se esperava; quem sabe com a possibilidade dos governos e municípios, torne se possível, uma melhor economia ao final deste processo de aprovação…

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2019-11-12 15:59:21