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Política
18-09-2013, 17h32

Celso de Mello deu aula; decisão não é impunidade

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Comentário na rádio CBN logo após o voto do ministro Celso de Mello.

Foto: José Cruz/ABr

Comentários
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  1. Jose Roberto Jesus disse:

    Você é um grande orgulho para o jornalismo brasileiro, não é uma “Maria vai com as outras”. Você é imparcial e objetivo. Parabéns Kennedy!!!.

  2. Maurilio da Cruz disse:

    Esta posição do Ministro Celso não gera um precedente para um esquema recursivo, ou seja sem fim? E depois deste, outro julgamento, não haverá outro embargo infringente?
    Outro detalhe que gostaria de destacar: Imaginem conforme disse o Ministro: que a Justiça não deve atender o clamor popular, eu concordo. No caso, me perdoem, até me doi dizer isso, mas o Casal Nardoni, considerando-se a falta de provas cabal, estão presos injustamente. Me parece que foram julgados e condenados mais no sentido de “lavar as mãos” e ficar bem com o “Povo”, que considerar a Lei.

  3. Paulo de Oliveira Cavalcanti disse:

    Não fosse o grande numero de analfabetos funcionais, este recurso não teria sido tão polemico, mas até o min. Gilmar, e a Mnta. Carmem Lucia declinaram seus votos com comentários tacanhos,nitidamente com cunho apelativo populista. Parabéns pelo comentário, ninguem foi absolvido e a pena esta pronta para ser aplicada. Tomara ela fosse retroativa e juntasse na mesma Barca ” a turma do Sarney os toma la da ca” os Anões do Orçamento, João Alves, os que ajudarão na reeleição do Cardoso, Severino Cavalcanti e tantos mais………

  4. RGS(PESQUISADOR) disse:

    O ministro presidente Joaquim Barbosa, havia dito certa feita;”…justiça que tarda não é justiça”.Pode ser até lei,nunca será justiça.Tem as tais prescrições – Não devemos esquecê-las.Embora,fora dito que o novo julgamento recomeça do zero!

  5. Pascal disse:

    Pois é… nesse nosso país, o crime compensa… Que desânimo… 8 anos para julgar, e ter que reabrir tudo, e recomeçar, é impunidade SIM.

  6. RGS(PESQUISADOR) disse:

    Você bem sabe que esta decisão não alcança a maioria dos criminosos apenados do Brasil.As prisões no Brasil estão lotadas.Muitos desses presos,sequer tiveram os seus casos apreciados,nem mesmo num juizado de primeira instância.Outra, dizer que os réus da AP-470,vulgo “mensalão”,estão sendo punidos – ONDE?.O que tivemos, foi quer queira ou não, foi uma “MANOBRA”,depois de tantas outras “manobras”,visando justamente a apreciação deste desembargo.Possibilitando através do mesmo novo “julgamento”.E as novas decisões do STF, para este novo “julgamento”,não possibilitarão novos embargos?!.Conclusão,existe lei para punir rapidamente quem não tem influências políticas e não pode contratar os serviços jurídicos de um(ou mais) excelente advogado e contar com a afeição de alguns ministros do STF.

  7. jairo oliveira da silva disse:

    TENHO A CERTEZA QUE O TEMPO QUE PASSEI OUVINDO E VIVENCIADO O MINISTRO DESTE EGREGIO TRIBUNAL FUNDAMENTANDO SEU VOTO FOI DE SUMA IMPORTANCIA PARA MIM PORQUE JUSTIÇA NÃO E PRA SER FEITA COMO SE FOSSE UM SHOU PARA TV JUSTIÇA E COERENCIA BASEADO EM LEIS INDEPENDENTE DE QUEM ESTEJA JULGANDO OU JULGADO O MINISTRO celso de melo mostrou isso o direito do reu ate seu ultimo recurso parabéns ministros parabéns brasil a justiça agradece.

  8. CLÁUDIO DOS SANTOS QUEIROZ disse:

    Você é um exemplo de jornalista. Parabéns pelo seus comentarios .

  9. Camilo De Lellis Thomazella disse:

    Só posso dizer: LAMENTÁVEL, BRASILEIROS!

  10. Adilio jacinto filho disse:

    MAS UMA VERGONHA NACIONAL ALEGAR QUE PELA
    Conferência Especializada Interamericana sobre Direitos Humanos,San José, Costa Rica, em 22 de novembro de 1969.
    UM CASO NOTÓRIO E QUE SÓ CABE A SOBERANIA BRASILEIRA E MAIS UMA VEZ VONTADE DE UMA ELITE QUE VISAM SEUS INTERESES E PROTEGEM OS CORRUPTOS É, REALMENTE, TADINHO DO POVO HONESTO E TRABALHADOR, ELE ESQUECEU NA SUA TESE O Artigo 8.
    3- O acusado absolvido por sentença passada em julgado não poderá ser submetido a novo processo pelos mesmos fatos
    5- O processo penal deve ser público, salvo no que for necessário para preservar os interesses da justiça.

  11. Claudio Ferrer de Souza disse:

    Prezado Kennedy,

    Ouvi seu comentário logo após a decisão do Ministro Celso de Mello. Apesar de muitas vezes ouvi-lo atentamente e concordar com suas opiniões, não posso me furtar de discordar radicalmente de seu posicionamento nessa questão. Não sou leigo no assunto. Sou Bacharel em Direito pelas “Arcadas” a que se referiu várias vezes o Ministro Celso de Mello em seu voto. Não acho que ele deu aula, pelo contrário. Apesar das belas palavras, possíveis em qualquer tese jurídica por pior que seja, ele também foi longe de ser corajoso. Ele já havia declarado que era a favor desse tipo de recurso em outros julgados. Ele apenas foi coerente. Ele mencionou longamente o Pacto da San Jose que indicaria a necessidade de duplo grau de jurisdição. Ora, a aceitação dos embargos infringentes não supre essa necessidade. A alusão a Direitos Humanos e tratados internacionais acaba sendo apelativa e, como o Ministro mesmo mencionou, ainda não é pacífico a forma de sua imposição em nosso Direito. Também não concordo com a defesa de Direitos Humanos a fim de proteger criminosos. Estes já protegidos pelo fórum privilegiado e que já tiveram ampla defesa garantida em seu julgamento. Acredito que nosso Ministro forçou muito a barra nessa questão. Poderia continuar ainda longamente a questionar o voto do Ministro Celso de Melo (Regimento do STF, etc), mas não sou Ministro do STF e minha opinião é irrelevante nesse caso. Entretanto, 5 Ministros votaram contra os embargos. E eles votaram tecnicamente e pela justiça a favor da opinião pública. Sempre haverá dois lados. O fato do Ministro ter votado contra a opinião pública seria até para comemorar se não houvesse pelo menos 4 ou 5 Ministros indicados recentemente pela Presidente da República com imparcialidade muito questionável. Portanto, Kennedy, a verdade é que o Decano do STF lavou as mãos em seu voto, que, apesar de coerente, foi decepcionante. Ele teve em suas mãos uma enorme oportunidade de abraçar uma tese jurídica que alcançasse os maiores e mais importantes princípios constitucionais. Agora, o estrago já está feito. Essa “aula” terá consequências trágicas para este processo. No final da Ação Penal 470 (trânsito em julgado) e seus desdobramentos, voltarei a este blog para saber se sua opinião sobre esse voto ainda se mantém.

  12. Parabéns!!! Kennedy Alencar, Seria tão bom se tivéssemos mais jornalistas como vc!!! Sério, correto, justo ,coerente.Suas opiniões sempre pautadas no seu vasto conhecimento político contribuem para ficarmos bem informados neste complexo mundo que é a Política do nosso País!!! Ainda bem que o Ministro Celso de Mello votou de acordo com nossas leis e de acordo com a constituição, não se deixou levar pelo Clamor da emoção, evitando assim o que seria um linchamento!!!

  13. jefferson sola de haro disse:

    Adoro ler comentários de advogados ou estudantes de direito sobre “os méritos” das palavras de um catedrático.
    Se engenheiros fossem tão “pragmáticos” quanto advogados, ainda estariamos andando de carroças e cozinhando nas fogueiras.
    O conhecimento que transforma é o conhecimento que tem valor.
    Entender leis e não praticar justiça, não tem valor prático.
    No jogo montado pelo governo, 2 novos ministros mudarão todas as sentenças, favorecendo os corruptos. Mello pode ser um excelente jurista e ponto, morre ai a discussão. Excelentes juristas que não fazem justiça não tem valor e fim de papo.

  14. Daniel disse:

    Aula de como se safar!! Absurdo abrir precedentes e mais chances de um julgamento que favorece os culpados. E tem brasileiro que acha certo. Eu não entendo, realmente os valores e princípios estão invertidos. Se houve julgamento e foi provado que teve o mensalão é só definir as penas e não inventar “direitos humanos” e mais falsas justiças. Bandido é bandido e tem que ser preso. Se roubar uma laranja ou 5 bilhões tem que ser preso. Isso é a lei e a justiça!! Vergonha é ainda ter brasileiro apoiar tamanho absurdo

  15. José Fernando de Melo Barbosa disse:

    Assim como existe o bem e o mal, acredito e continuarei acreditando nos homens e mulheres de bem do meu pais, visto que, existe neste emaranhado nobres cidadãos como você Sr. Kennedy que faz um comentário livre e com muita sobriedade acerca do voto do Min. Celso de Mello, o qual diga-se de um saber jurídico inquestionável e que está além de qualquer suspeita. Realmente é um verdadeiro Juiz na essência maior da expressão.
    Fernando Melo – Arapiraca/Al.

  16. jefferson sola de haro disse:

    Fraude. Os moderadores não liberam comentários que possam contrariá-lo e têm conteudo. Apenas queixas idiotas e congratulações 🙁

  17. Wellington Lisboa de Sena disse:

    Realmente, decisão não significa impunidade. Entretanto, a composição do STF mudou (pró-PT e pró-mensaleiros), o que implica um novo julgamento com maiores chances de condenados, como José Dirceu, se livrar de algum crime e consequentemente ter sua pena diminuída ou até transacionada. Ainda acredito que nenhum mensaleiro, infelizmente, será preso…

  18. AUREA VIANA LUNIERE DE AZEVEDO disse:

    Boa Tarde, sempre que posso ouço seus comentários e confesso que não concordei com sua opinião sobre a decisão do Min. Celso de Melo. Acho que juridicamente havia mais de uma caminho a ser seguido e, infelizmente, nosso Decano escolheu um caminho, a meu sentir, que leva sim a sensação de impunidade. Haverá um novo julgamento, com uma nova Corte. O Min. Barroso é muito ligado ao José Dirceu, além do Min. Tofolli e dos outros que sabemos são Ministros não para julgarem ou fazerem justiça e sim para atender interesses ocultos (as vezes nem tão ocultos assim). O que me leva a acreditar que o povo, apesar do Min. Celso de Melo, achar que não pode se deixar levar por pressão popular, está cada dia mais desacreditado das instituição do Estado, inclusive do Judiciário, e deverão começar a fazer “justiça” por suas próprias razões. Haverá um retrocesso….

  19. […] a aceitação dos embargos, um dos melhores, se não o melhor, comentários que ouvi sobre a decisão do ministro Celso de Mello… para a Rádio CBN. Em certa altura, o jornalista […]

  20. JORGE CAPUA disse:

    Bem, dentro de minha modesta visão eu entendo que democracia se faz desta forma. Quando se tem um país do tamanho do nosso, com poder centralizado e povo de memória curta, não podemos esperar muito não. Os nossos políticos sabem já de muito tempo que temos a síndrome do “achismo”…estamos sempre achando isso e aquilo, nunca vamos pela nossa cabeça, podemos nos revoltar e nos indignar, mas não temos poder de reação. A maioria apoia todo movimento popular, mas ao primeiro sinal de reação de nossas “OTORIDADES” já se melam nas cuecas, pois é mais fácil ficar em casa vendo as coisas pela teve e dando seus pitacos do que ‘PENSANDO”, é PENSANDO…coisa que este povo até pode fazer, mas por comodismo e por achar vergonhosa sua posição acaba se calando. Pensar, concluir e agir…isso sim é coisa de povo desenvolvido. Mas aqui na Republiqueta Bananeira, sempre tem, carnaval, futebol, novelas e Bolsas Famílias…por isso certas situações e pessoas se criam…falta VERGONHA na cara do povo Brasileiro!!!

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