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Política
04-12-2018, 19h39

Apoio a Onyx contradiz carreira de Moro

STF vai investigar acusações de caixa 2
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KENNEDY ALENCAR
SÃO PAULO

No STF (Supremo Tribunal Federal), o ministro Edson Fachin autorizou a investigação do futuro ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, acusado de ter cometido crime de caixa 2 em 2012 e 2014 pela Procuradoria Geral da República. Os recursos ilegais seriam da JBS.

O futuro colega, Sergio Moro (Justiça), disse ter “confiança pessoal” em Onyx, lembrando que o deputado trabalhou para tentar aprovar as chamadas 10 medidas de combate à corrupção defendidas pelo Ministério Público Federal.

Ora, foi o próprio Moro quem disse que julgava o crime de caixa 2 mais grave do que o de corrupção, por desvirtuar regras da disputa democrática. Ruim usar medidas diferentes para defender um futuro colega de governo. É também contraditório com a carreira do ex-magistrado.

Em relação a Onyx, a investigação é constrangedora e traz dano político. O discurso de combate à corrupção não pode selecionar amigos para proteção política ou jurídica.

Ouça o comentário no “Jornal da CBN – 2ª Edição” a partir dos 5 minutos e 40 segundos no áudio abaixo:

Comentários
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  1. Sandro Oliveira Machado disse:

    Pelo que vejo…, tá tudo dominado… com STF…, com tudo…

    • walter disse:

      Caro Sandro, Fachin é mais do mesmo no Supremo; processar o ônix nesta alturas, após 6 anos pelo menos do acontecido, quando ninguém apresentou qualquer desvio de conduta do mesmo, diante de um recursos, confirmados, e confessados pelo deputado, doado para a campanha dele; não tinha conhecimento, sobre caixa dois…este é o drama no supremo; não há tempo para os excessos de presos, esperando a ultima sentença, ou instância; não largam do congresso, e de seus prisioneiros favoritos, com seus excessos de HCs…claro, agora o deputado será ministro da casa civil, no governo novo; querem dar a última palavra em tudo; até o Capitão tem pendência por ofensa, por uma doidivana deputada, até então; tudo fora de ordem; querem realmente manter, o domínio do país…basta lembrar as manobras por aumentos pessoais; todos participaram quietinhos..

  2. Alberto disse:

    Agulha gastando o vinil.

  3. "O Brasil acima de tudo, Deus acima de todos"! disse:

    Tenho convicção que Bolsonaro não passará a mão na cabeça de nenhum auxiliar que não comprove conduta ilibada. Ser investigado não é crime, mas se ficar comprovado que houve crime, tenho convicção de que Bolsonaro segue o lema de que “pau que bate em Chico, tem que bater em Francisco”. Tal atitude é essencial para o sucesso de seu governo, pois está inserida no lema: “O Brasil acima de tudo, Deus acima de todos”!

    • FABIO disse:

      Então já tem 9 para ele demitir:
      1- Caixa 2 confesso por Onyx Lorenzoni (DEM)
      2- Calote no INSS do desconhecido deputado Marcelo Álvaro (PSL), futuro ministro do Turismo.
      3- Ricardo Salles (Meio Ambiente) Ex-secretário particular de gestão Alckmin, réu por improbidade administrativa, sob a acusação de ocultar mudança nos mapas de zoneamento ambiental do Rio Tietê. uma multa de 50 milhões de reais.
      4- Tereza Cristina (Agricultura) investigada por suposto favorecimento à JBS quando era secretária do agronegócio no Mato Grosso do Sul. Delações de executivos dão conta de que, ela ofereceu benefícios fiscais à empresa no estado. Nessa época, ela mantinha parceria agropecuária com a empresa
      5- General Heleno (Segurança Institucional) Em 2013, o militar foi condenado pelo TCU por assinar contratos irregulares no valor de R$ 22 milhões de reais. Uma investigação constatou problemas nos acordos – sem licitação

      • FABIO disse:

        6- Damares Alves (Mulher, Família e Direitos Humanos) A ONG Atini, que ela ajudou a fundar, é alvo de duas investigações do Ministério Público por discriminação contra os povos indígenas
        7- Luiz Henrique Mandetta (Saúde) investigado por suposta fraude em licitação, caixa 2 e tráfico de influência. O Ministério Público Estadual apura irregularidades em contratos da implantação de um sistema informatizado na prefeitura de Campo Grande (MS). Mandetta era secretário de Saúde na época.
        8-Marcos Pontes (Ciência e Tecnologia) Em 2006, o Ministério Público Militar passou a investigá-lo por envolvimento em atividades comerciais – vedado pelo código militar ao oficiais na ativa.
        9- Paulo Guedes alvo da Op. Greenfield por suspeitas de gestão fraudulenta dos fundos de pensão de empresas estatais. O M. Público diz que Guedes auferiu comissões exageradas na administração desses investimentos. Em 2007, o CVM penalizou um fundo gerido por ele por negociar papéis com informações privilegiadas

        • p/Fabio. disse:

          Ô Fábio, devagar aí. Pelo que você escreveu, parece que fala de “investigações”. Investigação, inquérito, processo (quando se torna réu),não significam “condenação”. Todo cidadão brasileiro pode ser investigado. Concordo com você em gênero, número e grau, quanto a “condenado” não poder exercer cargo público de confiança. Pelo menos o Presidente Bolsonaro disse que não manteria auxilar algum “condenado”. Eu concordo com você que não se pode proteger corrupto, a lei tem que ser para todos, doa a quem doer.
          Quanto às condenações de militares (Heleno e Luna) pelo TCU, que você cita, o processo foi arquivado.

  4. Julio Moreira disse:

    Esse novo Governo está montado numa Procissão de Arrogantes, o Moro se tivesse Honra e Dignidade abandonava esses vassalos antes mesmo de assumir, mas como não possui nada disso, elimina o que disse e o que fez no passado e vai fazer parte dessa escandalosa roda de mentiras.
    O fim dos arrogantes é a merda, a cadeia ou a sepultura.

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