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Economia
25-11-2014, 22h42

Dilma depende de aliados para avançar na economia

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Postado por: ISABELA HORTA

Nesta terça-feira, o governo tentou votar o projeto que autoriza o abandono da meta de controle de gastos públicos em 2014. Mas a oposição conseguiu adiar a votação.

A presidente Dilma Rousseff enfrenta problemas não só com os opositores, mas também com os aliados na Câmara. O governo já fechou um acordo com o Senado. Prometeu atender a indicações do PMDB na reforma ministerial.

A votação deste projeto é fundamental para que seja anunciado o novo ministro da Fazenda. Enquanto o tema não for decidido no Congresso, o governo não avança na economia.

A oposição recorreu ao Supremo Tribunal Federal, alegando que seria inconstitucional mudar a lei para descumprir a meta fiscal. O senador Aloysio Nunes (PSDB-SP) falou em impeachment da presidente.

Mas, se o governo for vitorioso na votação do projeto nesta quarta, dificilmente esse assunto irá prosperar no Supremo. Se for mudada a lei, não há crime de responsabilidade. E, desta forma, falar em impeachment é mais um ataque político.

Quando apreciou temas parecidos, o Supremo entendeu que era assunto da competência do Poder Legislativo. Mas, para não perder a batalha jurídica no STF, o governo precisa de uma vitória no Congresso.

Confira o comentário:

Comentários
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  1. Rafael Battesti disse:

    Caro Kennedy,
    Ao meu ver, a derrota deste projeto é uma questão moral para o Estado de Direito brasileiro. Vejo um alto risco na sua aprovação. Não poderia ela passar uma mensagem extremamente negativa a investidores, demonstrando que o governo federal governa de acordo com seus interesses e não de acordo com as leis vigentes?

    Atenciosamente,
    Rafael

  2. vagner disse:

    A imprensa coloca isto como se não fosse gravíssimo o que vem ocorrendo com a negociata de ministérios ! Atenção é Lei de responsabilidade fiscal e voces tratam como se uma mudança de sindico !

  3. Pasquale disse:

    Já mudou a regra do mercado “spot”,da energia elétrica negociada a partir de 2015.A pergunta é? Se era uma boa medida porque não fez durante 2014,ou antes?
    Com uma canetada,não consultou ninguem do ramo.
    Muda as regras de acordo com o que ela acha,e recebemos um aumento de 20% nas contas.
    E com essa canetada???????????
    Ninguem sabe o que vai acontecer.
    A pobre guerrilheira e suas idéias…

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