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Entrevistas
30-09-2015, 10h09

Dilma deve buscar acordo com oposição, defende Pezão

Presidente deveria propor "agenda para o país", diz governador do Rio
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KENNEDY ALENCAR
BRASÍLIA

O governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão (PMDB), defende que a presidente Dilma Rousseff proponha um acordo com políticos da oposição para tentar solucionar as crises política e econômica.

Na opinião do governador, Dilma deveria propor uma “agenda para o país, um caminho que a gente possa trafegar nele para sair da crise”. Se isso acontecer, ele afirma: “Tenho certeza de que tem uma oposição muito responsável que ajudará a presidente a fazer essa travessia”. Ele citou os nomes dos governadores tucanos Geraldo Alckmin (SP), Beto Richa (PR) e Marconi Perillo (GO), além dos senadores do PSDB José Serra (SP) e Tasso Jereissati (CE).

O peemedebista diz que já fez essa sugestão à presidente, a quem caberia o gesto de “chamar” a oposição para uma conversa. Pezão afirma que um eventual impeachment seria a “pior saída” para a crise. Abriria um precedente “perigoso”.

“Nós temos que respeitar as urnas. Esse país pagou um preço muito alto por não ter respeitado as urnas. Foram mais de 30 anos de trevas. Esse filme a gente já viu…”, opina.

O governador do Rio defende que seja flexibilizada a regra que obriga a Petrobras a ter participação mínima de 30% na exploração de campos de petróleo do pré-sal. “Sou favorável. Não vejo com esse modelo hoje a Petrobras ter condições de tirar 90 bilhões de barris de petróleo que estão lá debaixo da camada do pré-sal e gerar emprego e renda neste momento. Não tem recursos”, diz Pezão.

A seguir, os vídeos e o texto com a íntegra da entrevista do governador ao SBT, concedida nesta terça-feira, em São Paulo:

Kennedy Alencar – O sr. tem sido um dos principais políticos a dizer que não há motivo para impeachment da presidente Dilma Rousseff. No entanto, esse debate continua sendo travado no Congresso Nacional. Até no seu partido, o PMDB, há uma corrente que defende um eventual impeachment. Por que esse assunto não sai de baila?

Luiz Fernando Pezão – O ambiente econômico favorece esse debate. Nós vivemos uma crise muito grande na economia. Isso faz com que o mundo político procure saídas. Eu, particularmente, acho que é a pior saída. Você vai paralisar o país, que já vem com a economia neste ano muito parada. Fazer um debate deste, agora, não contribui nada pro país. Ninguém quer esconder. Ninguém quer que não se apure as responsabilidades de quem cometeu erros. Nós temos que respeitar as urnas. Esse país pagou um preço muito alto por não ter respeitado as urnas. Foram mais de 30 anos de trevas. Esse filme a gente já viu…

KA – Precedente perigoso?

LFP – Muito! E nós temos que ajudar o país a sair desta crise, que é grande aqui no país, mas é uma crise no mundo hoje. Não é uma crise só do Brasil. Então, todo mundo tem que se unir e ajudar a presidenta a fazer essa travessia.

KA – Como sair da crise?

LFP – Sair é sentando na mesa. Tenho conversado sempre com a presidenta. Falo que ela tem que fazer um chamamento ao país, aos partidos de oposição e a todos os partidos. Mostrar que tem que se fazer o ajuste fiscal, mas também tem que ter uma preocupação muito grande com o desemprego. E a gente só tem prosperidade quando se tem emprego. Nós não podemos ter um ajuste que leve hoje a inibir a atividade econômica dentro do país. A gente tem que ter uma porta de saída o mais rápido possível.

KA – Tem de mudar a política econômica?

LFP – Tem que fazer alguns ajustes. Não acredito que aumento de taxa de juros nos níveis de hoje beneficie uma saída para a atividade econômica. Tenho defendido a redução das taxas de juros, de um ambiente melhor para o empresariado continuar a investir.

KA – Qual é a sua avaliação sobre o ministro Joaquim Levy (Fazenda) e a política dele?

LFP – Conheço muito, gosto muito do ministro Joaquim Levy. Botafoguense como eu. Sofredor… Tem remédios que são necessários, mas eu acho que ele tem que ter visão também para esse ambiente econômico. Sei que se precisa reduzir a inflação, que é um imposto muito alto, o maior que a gente paga. Temos que ver as dívidas dos Estados. Temos que discutir urgentemente numa mesa a reforma tributária e reforma previdenciária. Então, esses temas, tem de estar mais presentes nas agendas e na discussão.

KA – O sr. falou há pouco em procurar a oposição. Na segunda, o PSDB fez um programa muito duro de televisão contra o governo. Até o seu partido, o PMDB, na semana passada, levou uma propaganda partidária muito ambígua. Como vai dialogar com a oposição se a oposição não quer dialogar?

LFP – Tem gente dentro da oposição que conversa. O governador Geraldo Alckmin (PSDB-SP), nas vezes em que foi convidado, foi ao Palácio do Planalto. O governador Beto Richa (PSDB-PR) e o governador Marconi Perrilo (PSDB-GO) têm se mostrado muito proativos. Todos eles. Eu tenho conversado permanentemente com eles, todos mostrando que querem ajudar a encontrar uma saída para o país, investindo na governabilidade. Há senadores, como José Serra (PSDB-SP) e o senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), que fazem as críticas, que são naturais de um partido de oposição, mas que foram governadores, foram prefeitos… Tenho certeza de que, se tiver uma agenda para o país, para o desenvolvimento do país, que vai mostrar que é uma política acertada, um caminho que a gente pode trafegar nele pra sair da crise, tenho certeza de que tem uma oposição muito responsável ali que ajudará a presidenta a fazer essa travessia.

KA – O gesto caberia a ela?

LFP – Eu acho. Ela que tem que chamar.

KA – O sr. já conversou alguma vez com ela sobre isso?

LFP – Já. Converso com ela. Palpite todo mundo pode dar. Eu sou muito amigo dela e torço muito pelo sucesso do governo dela.

KA – O sr. tem sido um dos principais interlocutores da presidente nesta discussão sobre reforma ministerial. Há uma informação de que o sr. aconselhou a presidente a compor com todas as alas do PMDB. A solução passa pelos sete ministérios para o PMDB?

LFP – Pode passar por seis, por sete ou pode passar até por nenhum. Sou muito favorável que quem escolha seja a pessoa que vai ser responsabilizada. A pessoa que está ali e tem um mando. O PMDB não pode fugir do papel que sempre teve dentro do país, com suas diferenças, com seus erros e com seus acertos, de ajudar na governabilidade. Se você puder contemplar as correntes, contemplar o vice, Michel Temer, que é um grande político, uma grande pessoa, que eu tenho certeza que quer ajudar a presidenta, é um caminho natural neste momento de dificuldade que ela tem e o PT tem. Depois de um ano, a gente senta na mesa de novo e ela pode reavaliar isso. Mas acho importante contemplar essas correntes da Câmara, do Senado e do vice-presidente, Michel Temer.

KA – Traria paz política pra acalmar a economia?

LFP – Eu acho. Eu acho que começou errado. Começou do PT e da própria presidenta achar que o país não tinha se dividido. Isso foi muito discutido. A gente viu que o país saiu dividido.

KA – Das eleições?

LFP – Das eleições presidenciais. Ali, tinha que se fazer um gesto, um trabalho de união. Quem ganha é quem tem que estender a mão. Eu acho que ela está fazendo este trabalho. Está começando. Está vendo que é importante ter esse diálogo com todas as correntes.

KA – Muito gente do PT acha que o vice-presidente, Michel Temer, conspira pra virar presidente. Qual é a sua avaliação sobre esse pensamento de setores do PT?

LFP – Do PMDB do Rio, eu, Eduardo Paes e o ex-governador Sérgio Cabral fomos as pessoas que mais defenderam a aliança com a presidenta Dilma. E até muito pelo trabalho do vice-presidente, Michel Temer, à frente do PMDB. O Michel fez um grande trabalho de unir o partido e a gente teve vitória nas eleições. Eu acho que quem ajudou a ganhar, tem que ajudar a governar. Pelo menos uma vez na semana, converso com o vice-presidente. Nunca ouvi da boca dele algum trabalho, alguma ação que jogue contra a governabilidade do país e contra a presidenta Dilma.

KA – O sr. acha que dá para aprovar a nova CPMF?

LFP – É muito difícil. Nós perdemos a CPMF por erro do ex-presidente Fernando Henrique e pelo ex-presidente Lula de não compartilhar a CPMF com Estados e municípios. Eu sempre, no movimento municipalista, coloquei muito isso pros dois presidente, para os ministros da Fazenda. Esse foi um grande erro que o país cometeu. Sempre falo que a CPMF podia continuar e ter acabado com outros 3 ou 4 impostos, se ela fosse compartilhada. Porque ali você visualiza uma sonegação, uma movimentação de caixa 2. É um imposto que acho que é socialmente correto. Paga mais quem tem mais dinheiro. Mas ficou muito ruim esse debate. Agora, precisamos ter uma porta de saída. As contas não fecham. O déficit previdenciário é muito grande. Ela, pelo menos, podia ser transitória. As pessoas têm medo de voltar, mas eu acho que é necessário ter alguma saída para os Estados e para o governo federal e, principalmente, para os municípios terem governabilidade.

KA – É uma combinação de aumento de impostos com corte de gastos e reformas?

LFP – Claro, claro! Nós no Rio voltamos ao custeio de 2012. A gente cortou na carne: carros, telefones, tudo! Gratificação. Salários, congelamos. É um dever de casa que todo mundo tem que fazer. Mas não adianta só você fazer corte. Você tem que manter a atividade econômica funcionando.

KA – No Estado do Rio, o peso da indústria do petróleo é muito grande. Há uma discussão no Congresso, uma proposta do senador José Serra, de acabar com aquela obrigação que a Petrobras tem de ser sócia de, pelo menos, 30% em todo empreendimento de exploração do pré-sal. O senhor é favor do fim dessa obrigatoriedade?

LFP – Sou favorável. Não vejo com esse modelo de hoje a Petrobras ter condições de tirar 90 bilhões de barris de petróleo que estão lá debaixo da camada do pré-sal e gerar emprego e renda neste momento. Não tem recursos. Então, nada mais natural do que ela compartilhar. Devemos fazer uma grande discussão no país.

KA – Governador, a segurança pública é um tema importantíssimo no Rio de Janeiro, que é uma vitrine do país. Tem Olimpíada no ano que vem. Houve há pouco tempo, em finais de semana, a volta de arrastões na zona sul do Rio. A polícia tem abordado jovens que pegam ônibus. Eles são devolvidos, mandados de volta à periferia e impedidos de chegar à praia. Na avaliação de algumas pessoas de entidades de defesa de direitos humanos, é uma atitude discriminatória, porque se está punindo alguém antes de eventualmente cometer um crime. Como o sr. responde a esse argumento?

LFP – Nos finais de semana de julho e agosto, nós tivemos 9 finais de semana sem problema nenhum, com sol de 40ºC. No final de semana que começou este debate, a abordagem da polícia estava correta. Estava correto o trabalho da Secretaria de Segurança, de abordarem pessoas que vêm em cima do ônibus. O famoso surf em cima do ônibus. Oito ou dez pessoas em cima do ônibus de bermuda, de chinelo e sem nenhum documento, pulando a catraca, roubando e assaltando passageiros dentro dos ônibus. Tinha sido feito nesses nove finais de semanas o mesmo que se fez neste final de semana que…

KA – Há relatos de jovens que estavam sem dinheiro na parte de trás do ônibus que foram devolvidos…

LFP – Foram porque eram crianças de oito e doze anos que entraram sem pagar. Não tinham dinheiro no bolso para pagar a passagem. Nós, junto com a Ação Social da Prefeitura do Rio de Janeiro, fizemos um chamamento aos pais. Teve um final de semana que teve 112 jovens apreendidos. Só cinco pais apareceram para pegar seus filhos.

KA – Vai além de uma questão de polícia.

LFP – Claro. Por isso, é fundamental que a Assistência Social da prefeitura é fundamental esteja junto com a polícia nessa abordagem. É isso que a gente está mostrando. E estudar também. É dar apoio a essas crianças. A gente viu um dos jovens, aquele que roubou um celular no arrastão, que tem todo o conforto dentro de casa. Uma casa de quatro quartos, onde a mãe é diarista e pagava até colégio particular para ele. Ele saiu dali e falou que rouba por prazer. Então, é uma questão difícil. A gente tem de estar cada vez mais perto. Fazendo um trabalho na educação e na ação social perto desses jovens.

KA – De uma maneira geral, governador, a polícia brasileira, não é uma polícia muito violenta e que acaba usando dois pesos e duas medidas? Ou seja, na periferia ela é muito mais dura que nas áreas nobres.

LFP – A polícia tem seus erros e seus acertos. Nós temos uma tropa de 49 mil policiais militares e 11 mil civis. A gente não pode julgar uma corporação de 60 mil policiais e pessoas que estão ali enfrentando a bandidagem, enfrentando metralhadoras ponto 50. Não é trivial.
É um trabalho muito difícil você trabalhar dentro das comunidades. Mas é a mesma polícia que está permitindo que a gente reduza todos os índices. Se você for para uma área de UPP (Unidade de Polícia Pacificadora), nós temos 38 UPPs, a taxa de letalidade está de 11 para cada grupo de 100 mil habitantes. É melhor que aqui na capital, em São Paulo. Nem na capital, no Rio, temos esses índices. E antigamente, não estou falando muito antigamente, sete ou oito anos atrás, não tinha nenhum policial dentro dessas comunidades. Ali, o tráfico julgava, matava, condenava, como o Tim Lopes, e não entrava nenhum policial para fazer reconstituição dos crimes. Hoje, tem delegacias dentro desses locais. Então, não é uma cultura que nós vamos mudar com 8 anos de governo nem com 16.

KA – Não há uma cultura de violência policial dentro do Brasil?

LFP – É. Existe. Até o armamento. E tudo é questionável. Mas a gente está numa transição. A gente está enfrentando uma bandidagem armada, que fatura muito dinheiro com a venda de drogas. E a gente tem preparado cada vez mais esse policial, investindo cada vez mais nele, uma polícia de proximidade. A gente tem feito isso e avançando. Agora, sabendo que foram 30 ou 40 anos nos quais ninguém entrava dentro dessas comunidades.

KA – O sr. acha que está melhorando?

LFP – Acho que está. Os índices estão mostrando. Nós estamos vivendo a melhor série histórica dos 21 anos do Instituto de Segurança Pública.

KA – A sensação de insegurança é fruto desses casos emblemáticos…

LFP – A morte do médico na Lagoa, o caso Amarildo. Mas é importante dizer que, no caso Amarildo, quem detectou foram as câmeras nossas que estavam lá fazendo monitoramento. A delegacia de homicídios entrou lá e fez toda a reconstituição. Estão presos, os policiais. Nós prendemos mais de dois mil policiais que se desviaram. É um trabalho constante.

KA – O Ministério Público Federal pediu uma abertura de inquérito pra investigar o sr. e o ex-governador Sérgio Cabral no Superior Tribunal de Justiça. A Polícia Federal fez um levantamento e ela própria pediu que o inquérito fosse encerrado porque, no entender dela PF, não há motivo. O MP vai dar o parecer dele e ainda haverá uma decisão do STJ. O senhor se sente injustiçado pela Operação Lava Jato?

LFP – Muito, muito. Não quero que ninguém passe o que eu passei, porque eu cansei de falar. Essa denúncia surgiu em agosto de 2014. Feita por um adversário meu, do qual Paulo Roberto Costa [ex-diretor de Abastecimento da Petrobras] era captador de recurso para a campanha do candidato Lindberg Farias, senador Lindberg Farias (PT-RJ). E aquilo foi jogado ali pelos meus três adversários principais: Anthony Garotinho, Marcelo Crivella e Lindberg. E se apurou tudo. A PF, depois de uma longa apuração, depois de 450 páginas, está chegando àquilo que nós falávamos. E, infelizmente, hoje a vida pública tem esse preço. Me doeu muito, na minha família e em mim. É muito dolorido.

KA – Mas faz parte da vida pública, não é?

LFP – Claro. Mas é muito fácil botar numa primeira página de jornal, botar no noticiário de TV. E, depois quando sai, sai lá na 10ª página, lá perto de uma coluna de horóscopo e some…

KA – Por isso é que é importante ter um espaço pra falar.

LFP – Eu agradeço muito, porque poucas vezes eu tive esse espaço pra estar respondendo. Mas foi uma coisa que me machucou muito, a minha família e a mim.

KA – E sua avaliação sobre a Operação Lava Jato como um todo, porque ela desnudou também um esquema muito grande de corrupção na Petrobras?

LFP – Extraordinária para o país. Não sou contra. Tem que se combater o crime, se combater todos os desvios, e que se dê o direito a todas as pessoas de se defenderem. Foi uma coisa que eu pedi muito. Eu queria ser ouvido em qualquer lugar, no Paraná, no STJ, no STF, mas não deram essa oportunidade. Só depois foram ouvir, depois de uns oito meses.

KA – Não é incompatível combater a corrupção e respeitar o Estado Democrático de Direito. Tem que fazer as duas coisas, não é?

LFP – Tem que fazer, porque é muito fácil hoje… Tem muita gente pra apurar e muita gente… Você fica ali à mercê de todas as críticas e uma dessa dói muito. Mas eu sou muito favorável em todos os lugares a se fazer toda a apuração. E a gente brindar muito esse momento da democracia do país, de todas as instituições funcionarem com toda democracia. Todo mundo sendo acusado, um governador de Estado, que é natural… Mas que a gente brinde esse momento. Não há nada melhor do que a nossa querida democracia.

Pingue-pongue

Getúlio Vargas: “Um estadista ditador. Foi importante num momento do país, mas foi uma ditadura também muito violenta”.

Juscelino Kubitscheck: “Um grande estadista. Eu o admiro muito”.

Jânio Quadros: “Não tenho opinião. Acho que prestou um mau serviço ao país”.

João Goulart: “Um grande brasileiro. Eu gostava do jeito do Jango de ver a luta das reformas”.

Ditadura Militar de 64: “Uma vergonha”.

Tancredo Neves: “Um democrata”.

José Sarney: “Um democrata”.

Fernando Collor de Mello: “Acho que errou muito. Se perdeu”.

Itamar Franco: “Um grande brasileiro. Um grande presidente da República”.

Fernando Henrique Cardoso: “Um intelectual extraordinário. Tenho uma profunda admiração por ele”.

Lula: “Um grande brasileiro. Um governo extraordinário, o governo que mais incluiu a população mais pobre do país”.

Dilma: “Sou suspeito, porque sou um fã e sou um grande amigo dela. Torço muito para ela dar certo”.

Luiz Fernando Pezão: “Um gestor que aprendeu muito desde prefeito e que respeita muito as pessoas”.

Comentários
7
  1. walter disse:

    Realmente Kennedy, o Pezão tem um excesso de bairrismo…O Rio de Janeiro, esta a merce, em termos de segurança; afirmar QUE ANTES não havia acesso aos morros, não os torna excepcionais…
    Quando ele compara SP ao RIO com desdenho, tentando aumentar a capacidade do RIO, torna-se um Carioca/argentino de tão convencido
    Sua visão da dilma, mostra bem, a falta de lisura em suas opiniões; aliás, se ele veio fazer média, não conta, um sujeito que chama Pezão, que é suspeitissimo em processos de desvios…
    Finalmente, o RIO de JANEIRO, entrada do Brasil, esta a caminho do CAOS; COM A “FALÊNCIA” DA PETROBRAS, O QUE OS SALVA, É AS “OLIM-PIADAS”, não há plano B depois disso; a médio, O CAOS SERÁ INSTALADO, QUANDO OS MORROS, DESCERAM EM DEFINITIVO, PARA A ZONA SUL; o exercito, se instalará em definitivo, com toque de recolher; ESTOU EXAGERANDO, BASTA AGUARDAR, ESTÁ PRÓXIMO…

    • Maria A[parecida Ramos Tinhorao disse:

      Walter esta corretissimo, sua previsao tem consistencia e bom senso. Apesar do elegante senso de humor, sua logica tem fundamento social, estatistico. politico e economico.

  2. César disse:

    Senhor Pezão. Os senhores tem é que respeitar o povo! Respeitem o povo! O POVO!!!!! Nós é que pagamos os seus salários. Nos respeitem por favor!

  3. César disse:

    Não tem nada que atente mais contra a democracia, do que este partido que está no poder. É como erva daninha! Tem que ser arrancado pela raiz. Para não acabar com as plantas boas.

  4. Alberto disse:

    Fala conhecida e nada mais.

  5. Pasquale disse:

    Pezão fala sério…
    No Rio vc esta rodeado de favelas por todos os lados.

  6. Pasquale disse:

    Petrobras contrata empréstimo de R$ 4,075 bilhões com o Banco do Brasil
    _________
    O objetivo é afundar os dois?
    No futuro o BB vai dizer, tenho uma dívida enorme com a Petro.
    Por isso digo,não entendem nada de economia.

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