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Geral
18-12-2013, 6h15

É preciso ir além dos airbags e ABS

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O “Recado do Blog” é sobre a vitória da sociedade, que impediu o governo de amenizar a regra que tornará obrigatórios os airbags e os freios ABS nos carros novos a partir de 2014. Mas é preciso mais. Há modelos obsoletos no mercado brasileiro. A indústria automobística deve uma contrapartida pelo benefício fiscal que vem recebendo. Do contrário, campanhas de combate à violência no trânsito vão enxugar gelo. Confira!

Comentários
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  1. “…os carros brasileiros são verdadeiras carroças…”, frase de Fernando Collor de Mello, em 1990, pergunto: melhorou alguma coisa de lá para cá na indústria automobilística brasileira onde os preços pelos modelos seguros são um verdadeiro absurdo?…ou seja quem tem dinheiro tem direito à segurança dentro de um automóvel?

  2. Carlos N Mendes disse:

    Todos sabem o que está errado no trânsito brasileiro. O CBT foi criado pensando-se em arrecadação, não na vida. Tanto é que ele é todo fundamentado na culpabilidade da placa, não do motorista. O radar me flagra a 90 km/h onde deveria estar a 60; ninguém me pára, CONTINUO OFERECENDO RISCO À SEGURANÇA. Mas a multa vai chegar em minha casa, com certeza. ‘Missão cumprida’, dinheiro arrecadado e segurança zero. A automação baseada somente no fator velocidade tem efeito muito limitado, tanto é que morre-se mais hoje que a dez anos nas ruas e estradas. Não é necessário ser um gênio para entender que urge culpar o MOTORISTA por seus atos, impedindo-o que oferecer risco através de punição em tempo real. Se fizermos paralelamente uma reforma na polícia (fundindo municipal- civil-militar), os agentes das Companhias de Trânsito poderiam se concentrar em questões técnicas, deixando a fiscalização para autoridades de facto. Ah, fiscalização federal sobre as CTs seria bom, também – hoje, não exste mecanismo para evitar que um ‘engenheiro de trânsito’ coloque 3 faixas de rolamento onde só cabem duas.

  3. Breno Antunes de Campos disse:

    Olá! Gostei da sua colocação. Quero fazer um complemento enumerando a falta de sinalização, o baixo número de policiais rodoviários federais para auxiliar o cidadão, a má qualidade do asfalto das rodovias, principalmente aqui na Bahia, essas e outras situações que colocam a vida do motorista brasileiro em risco têm que ser pensadas e resolvidas. Afinal, o país recolhe impostos pra isso, certo?!

    Abraços

    Breno

  4. teres virmond disse:

    Por que, e até hoje ninguém, conseguiu responder a esta questão, os carros fabricados no Brasil são os mais caros do mundo, levando-se em conta que: os salários são os mais baixos, os impostos são os menores e a demanda é a quarta do planeta?

  5. Bruno Hallak disse:

    O atual CTB preocupa-se apenas com as multas. E, de preferência, com aquelas que podem ser detectadas automaticamente (avanço de faixa, avanço de sinal, velocidade. Andar abaixo da velocidade mínima (50% da máxima), não sinalizar (setas), não facilitar ultrapassagem, não manter veículo em condições de rodar (instrumentos, pneus etc.) não importam aos governos. Radares, ao invés de serem colocados em pontos importantes e BEM visíveis, para que os condutores reduzam a velocidade e não sofram um acidente (ou seja, o radar ideal não emitiria multa alguma, pois todos reduziriam frente ao risco), são colocados em retas, escondidos atrás e postes e árvores etc. A definição de onde pode ou não ultrapassar, tb não se sabe como é feita. Acabaram de recapear a rodovia que passo todo dia e alteraram muitos pontos. Alguns são seguros, tem visão e colocaram faixa contínua. Outro, numa lombada, colocaram permitido ultrapassar!!! Nosso país não tem comando sério.

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