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Geral
04-11-2013, 16h14

Espionagem da Abin é diferente da americana

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No “Recado do Blog”, o tema de hoje é a reportagem do jornalista Lucas Ferraz, da Folha de S.Paulo, mostrando que a Abin (Agência Brasileira de Inteligência) espionou diplomatas estrangeiros em 2003 e 2004. Por ora, não dá para comparar caso brasileiro com arapongagem americana contra líderes mundiais. Confira!

Comentários
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  1. Flavão disse:

    tb acho esses arapaonga nem dinheiro tem pra pagar agua e telefone qto mais espionar eles são os “pets” das nações mais civilizadas graças ao orçamento precário

  2. Ronaldo de Oliveira disse:

    Boa noite Kennedy,

    Sugiro uma reportagem em sua coluna de opinião sobre os prejuizos a essa relação Brasil-EUA nos ultimos 30 anos,uma relação Metropole-Colonia,diga-se de passagem abordando por exemplo os prejuizos causados ao Pais advindos dessa espionagem como o caso SIVAM, em que ao que parece a Raytheon através de espionagem obteve dados da concorrência(Thomson Francesa) vencendo a licitação. Mostrando que essa atividade ilicita dos EUA é bem anterior ao 11 de setembro conforme denuciou representante do FBI no Brasil,Carlos Costa em uma reportagem de Carta Capital em 1999 e como mostra audiência publica na Comissão de Relações Exteriores da Câmara,em a ex embaixadora dos EUA Donna Hrinek foi convocada para dar explicações a respeito?:

    http://www.camara.leg.br/internet/SitaqWeb/TextoHTML.asp?etapa=5&nuSessao=261.1.52.O&nuQuarto=53&nuOrador=1&nuInsercao=0&dtHorarioQuarto=10:44&sgFaseSessao=BC&Data=13/11/2003&txApelido=IVAN VALENTE, PT-SP

    http://www.camara.leg.br/internet/SitaqWeb/TextoHTML.asp?etapa=5&nuSessao=201.3.54.O&nuQuarto=15&nuOrador=2&nuInsercao=0&dtHorarioQuarto=14:28&sgFaseSessao=PE&Data=09/07/2013&txApelido=JOSÉ GENOÍNO, PT-SP

    Me faz pensar que outros prejuizos houve ao Pais? A extinção da primeira concorrência da FAB em o super caça russo Sukhoi35 foi bem avaliado,e julgado mais adequado ao Pais por seu alcance sem reabastecimento e a abertura de uma nova concorrência(FX-2) em que se pesaram questões logisticas para propositalmente eliminar a proposta russa? Uma vez que através da espionagem seria possivel a empresas americanas saberem da proposta russa. Ou algo pior:uma dança de cadeiras na FAB em que as pessoas com capacidade de decisão seriam escolhidas a dedo por serem simpaticas a proposta de manter a dependência tecnológica dos EUA por mais 30 anos?

  3. Ronaldo disse:

    Apesar do respeito que devo a opinião desse jornalista sério e objetivo, sou forçado a algumas ponderações sobre sua afirmação quanto a impossibilidade de comparação “arapongística”. Há que se considerar que a gama de interesses a defender da moçada do Tio Sam é incontestavelmente maior e mais complexa que a Tupiniquim e que os meios a disposição dos diferentes grupos são muito diferentes, logo, o foco do problema está na questão de confiabilidade entre aliados e não na dimensão da arapongagem. No melhor dos mundos aliados que trocam embaixadores não se espionariam em qualquer nível.

  4. BATISTA NEGRÂO disse:

    Parabéns Kennedy! Pelo menos alguém para defender a nossa “ABIN”, APESAR DO ORÇAMENTO APERTADO, FALTA DE SERVIDORES, APÓS UM PEDIDO DE AUTORIZAÇÃO PARA A REALIZAÇÃO CONCURSO PÚBLICO NEGADO PELO MPOG, (A ÚNICA AGÊNCIA DE INTELIGÊNCIA DO MUNDO QUE SELECIONA ATRAVÉZ DE CONCURSO PÚBLICO), ELA CONTINUA FAZENDO BEM O SEU DEVER DE CASA. ULTIMO CONCURSO FOI EM 2008, E NESSE PERÍODO CENTENAS DE SERVIDORES SE APOSENTARAM OU SAÍRAM DA AGÊNCIA.
    …USA, NÓS TEMO NOSSA “INTELIGÊNCIA TAMBÉM” E O NOME DELA É ABINNNNNN!

  5. Altamir Figueira disse:

    Nada do Brasil pode ser comparado aos americanos. Muito menos a qualidade do jornalismo…

  6. Fernando Cordeiro disse:

    Kennedy, não podemos comparar mesmo o sistema de defesa norte americano com o nosso. Nós, brasileiros, temos complexo de vira-latas. Em nossa constituição federal proibimos a construção de artefatos nucleares, as únicas armas, no mundo, capazes de assegurar a soberania de qualquer nação. Como vira-latas que somos, embora a CF88, expressamente reze ser impossível a extradição de brasileiro nato, alguns idiotas, que se acham doutrinadores, dizem que força de nossa adesão ao tribunal penal internacional podemos extraditar brasileiro nato para ser julgado em Haia. Ora, se nem a Colombia respeita decisões da Corte de Haia, somente vira-latas respeitariam tal Corte. Nossas forças armadas são formadas por conscritos (recrutas) que não chegam sequer a treinar dez tiros durante todo o período em que passam em serviço obrigatório. Os movimentos, ditos de direitos humanos, em retaliação à ditadura, só acusam as forças armadas,desmoralizando-as perante a nação e esquecem que Civis, como o ex-presidente Marco Maciel aceitaram passivamente o fechamento do Congresso Nacional e apoiaram a ditadura.
    Nossos agentes e colaboradores dos serviços de informação têm seus nomes citados pelos Jornais abertamente enquanto nos Estados Unidos, na Russia, Inglaterra ou China isso não é possível.
    O poder judiciário se intromete em assuntos do executivo, em todas as áreas, como a de geração de energia elétrica, parando a cada mês a construção das usinas hidrelétricas por solicitação de ONGS Estrangeiras (na Russia, a aprendiz de pirata está na cadeia com Green Peace e tudo o mais).
    Kennedy, não podemos falar em serviço de inteligência sério, a serviços dos interesses nacionais, enquanto mantivermos esse comportamento desordenado.
    Necessitamos estabelecer qual o projeto de País que queremos e a partir dai nos fixarmos em uma política de fortalecimento da soberania, antes de qualquer coisa (assim como fez a china), denunciando o Tratado de não proliferação de armas nucleares por não servir aos nossos interesses e nem ao de qualquer nação do cone sul (a Argentina que o diga). Reorganizar as forças armadas, que não são serviço de apoio social mas arma de guerra, dotando-as de misseis capazes de atingir qualquer local do planeta, formalizar uma aliança militar permanente com a Argentina, Venezuela e trazer o Paraguai para o nosso lado reconhecendo a patifaria que o Império do Brasil praticou contra aquela nação.
    Isso seria o inicio de uma política de defesa nacional, que incluiria desde a espionagem e guerra cibernética contra nações como os Estados Unidos, Canadá e Inglaterra, utilizando, da mesma forma que os estrangeiros fazem, os jovens Hackers flagrados em ilícitos penais para cumprir a dívida social a serviço da nação.
    Se a Índia coma toda a miséria humana consegue enviar uma missão à Marte não existe explicação para que o Brasil não consiga produzir sequer foguetinhos do tipo katiucha igual àqueles que os Palestinos usam pra infernizar Israel. É só complexo de vira-latas mesmo.

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