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Economia
19-09-2013, 18h47

Fed dá ajuda eleitoral a Dilma


Há uma avaliação no PT e no governo de que, se reeleita, Dilma Rousseff terá de fazer ajustes na economia em 2015. Mas um fantasma ameaçava antecipar problemas para 2014, o ano eleitoral.

Ao adiar o corte de estímulos à economia dos Estados Unidos, o Fed, o Banco Central americano, afastou os maus espíritos e deu um fôlego à presidente. Apesar da baixa credibilidade da política econômica, o ministro Guido Mantega (Fazenda) ganha tempo para ir tocando a banda.

Fica mais fácil administrar o processo de valorização de alta do dólar em relação ao real, o que ajuda a combater a inflação. O Banco Central pode pesar menos a mão na hora de fixar os juros básicos, que andam subindo.

O cenário econômico internacional não está uma maravilha. Todo dia surgem dúvidas em relação ao sucesso do pacote de concessões. Mas é inegável que a sorte sorriu para a candidata Dilma.

Haverá problemas econômicos represados a resolver no próximo mandato presidencial. Se Dilma ganhar, tomara que não faça a leitura da eventual vitória como um aval para não corrigir a rota. Tem gente graúda no PT que teme esse cenário.

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