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Entrevistas
29-05-2018, 21h10

Governo deve baixar preço da gasolina e gás de cozinha, diz Maia

Recursos viriam de cessão onerosa e fim do Fundo Soberano
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KENNEDY ALENCAR
BRASÍLIA

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), defendeu em entrevista ao “Jornal da CBN – 2ª Edição” que o governo reduza os preços da gasolina e do gás de cozinha. Segundo ele, as receitas poderiam vir do que o governo arrecadaria com a chamada cessão onerosa (receita de venda da parte da União do petróleo do pré-sal) e de recursos obtidos com a extinção do Fundo Soberano por meio de medida provisória.

“O governo vai precisar dar uma resposta [para os preços da gasolina e do gás de cozinha], diz Maia. O presidente da Câmara afirma que o governo poderá ter uma receita entre US$ 30 bilhões e US$ 40 bilhões da cessão onerosa que serviria de colchão para dar “condições financeiras” para redução do preço da gasolina, do etanol e do gás de cozinha, a exemplo da diminuição feita com o diesel.

Maia afirmou que, se o STF (Supremo Tribunal Federal) entender que a mudança do sistema de governo do país pode se dar por meio de emenda constitucional aprovada pelo Congresso, uma consulta popular seria necessária. O Supremo debaterá esse tema em 20 de junho.

Ele argumenta que uma consulta já foi em 1993, quando os brasileiros mantiveram a forma de governo republicana e o sistema de governo parlamentarista. Logo, entende Maia, “o ideal é que a sociedade seja ouvida também”.

Numa alfinetada no pré-candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro, o presidente da Câmara diz que declarações sobre eventual perdão a punições a grevistas deveriam ser feitas com “muito cuidado”.

Ele também criticou o Palácio do Planalto: “O governo tem 90% dos brasileiros contra ele e quer encontrar seus adversários no Senado ou na Câmara dos Deputados”.

Maia diz que o governo precisa ter mais humildade e que implementou agora um acordo que já poderia ter sido feito antes, caso tivesse seguido o que a Câmara aprovara na quarta passada (alíquotas zero para Cide e PIS-Cofins). Aliás, ele avalia que o PIS-Cofins deve virar um “imposto regulatório”, como um colchão para absorver variações do preço dos combustíveis.

“A recessão acabou nos números, mas não no país”, declara.

Ouça a entrevista de Rodrigo Maia, concedida hoje ao “Jornal da CBN – 2ª Edição”:

Comentários
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  1. Maria Aparecida Ramos Tinhorão disse:

    É a a atitude mais demagógica possível, coisa de pelego sindical.
    O certo é acabar com os privilégios e com as distribuidoras. Só !

    • Aluisio disse:

      É isso ai Maria, o nosso problema não é preço da gasolina ou seus impostos o problema é que temos que manter um bando de parasitas e empresas exploradas e deficientes só para manter os cabide de empregos para politicos corruptos se aproveitarem do sistema. Diminuam os previlégios, os altos salários, demitam a ineficiencia, corrija a falta de carater etc, etc.

    • Alberto disse:

      Correto sra/srta Ramos Tinhorão.Demagogia,dentre muitas considerações, é sinônimo de prática de aparentar honestidade com segundos objetivos.Aliás isso acontece desde a dita Proclamação da República nos idos de 1889,cujo regime de governo oficializado em 1993 pela vontade popular(???).
      Hoje e de a muito tempo atrás temos regime presidencialista de coalizão,de cooptação,de colisão,de ladrão e outros ãos mais,e´de livre escolha ideológica.Cumprimentos.

  2. Antonio disse:

    Não é demais repetir: O Confins é verba da Previdência Social. E quem garante que o petróleo não vai continuar aumentando de preço e o dólar não vai continuar subindo, 7%, 8% ou mais, absorvendo estes valores, se o governo continuar com esta política maluca de acompanhar os preços internacionais e a variação do dólar para reajuste dos preços dos derivados, tornando inútil este tipo de isenção, mas aumentando o déficit da previdência. Não dá para entender esta política (se principalmente levarmos em consideração aspectos macroeconômicos como renda per capita, salários, etc. de cada país. Por exemplo: valor do homem/hora salário mínimo do Brasil: R$ 3,98/hora, Estados Unidos: R$ 27,04. Apenas uma diferença de 580%. E ainda: custo médio de extração de petróleo do pré-sal no Brasil: US$ 8/barril, (agência Reuter 10/08/2016, Marta Nogueira e Rodrigo Viga Gaier), preços atuais do petróleo no mercado internacional: de US$ 70 a 80/barril. Mais coisas estranhas.

  3. icandre disse:

    Seria mais proveitoso cobrarmos as parcelas dos empréstimos feitos pela dupla Lula&Dilma a ditaduras amigas, as quais custearam centenas de obras no exterior e até agora não retornou nem um tostão dos empréstimos. Não sendo assim, com a solução de Maia, estaríamos vendendo o almoço para comprar a janta.

  4. acho,que tinha que os camioneiros ,nao tinha.pagar pedagio,porque que eles tras enpostos para o govveno,eprogresso para,noso,pais,ogoverno tinha querever estas transportadoras,eacabarem,porque,naminaha rua tem pessoas que com carro vai a padaria comprar pao,tinha quer ser a gasolina ,mais,cara para,elestianha quer ser na minha opiniao,seguinte pessoas que trabalha com carro ,agasolina tinha quer sr,mais barata,eosque soe lazer ,tianh quer ser mai cara

  5. Gerônimo Barbosa de Carvalho disse:

    Por que será que ninguém fala em, PELO MENOS REDUZIR as mordomias deles?
    Reduzir impostos, cortar auxílios…paletó, moradias…gasolina carros oficiais, motoristas (por quê esses senhores não utilizam o transporte público para irem SERVIR ao PÚBLICO que os escolheram para “representá-los”? e sem fala de uma infinidade de VERGONHAS que eles se utilizam do nosso suor e muitas vezes do nosso sangue…

  6. luiz c l botelho disse:

    E os fretes cobrados , também serão congelados ?.

  7. DIRETO AO ASSUNTO: É PRECISO PASSAR O PAÍS A LIMPO - VIVA A LAVA JATO! disse:

    Diminuir os salários astronômicos do Executivo, Legislativo e Judiciário; cortar todas as mordomias, auxílios para todo tipo de sem vergonhice (paletó, moradia,médico, odontológico, educação, amante etc), ou se não quiserem cortar tais mordomias, incluí-las nos salários de ‘TODOS OS FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS E TODOS OS TRABALHADORES DE TODAS AS CATEGORIAS PROFISSIONAIS’ – afinal todos não são iguais perante a lei?

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