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Geral
22-09-2017, 20h59

Governo federal desconfia que polícia do Rio vaza operações

Autoridades federais e estaduais brigam; militares agem contrariados
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KENNEDY ALENCAR
BRASÍLIA

Apesar de o ministro da Defesa, Raul Jungmann, e o governador Luiz Fernando Pezão terem dito anteontem que haviam acertado os ponteiros, ficou evidente hoje a bateção de cabeça entre autoridades federais e fluminenses.

As autoridades de Segurança Pública do Rio querem mais dinheiro federal e resistem a uma participação maior das Forças Armadas e da Polícia Federal em ações planejadas. O governo federal afirma que não tem como dar mais dinheiro ao Rio e que a contribuição das forças federais deveria ser feita com planejamento e não com chamados de emergência, como aconteceu hoje na Rocinha.

O governo federal atribui a vazamentos da polícia do Rio os maus resultados obtidos em operações planejadas.

Operações como as de hoje desagradam às Forças Armadas em geral e ao Exército em particular. Os militares são treinados para ações de guerra, nas quais têm de eliminar o inimigo. Não são adequados para funções de segurança pública, como incursão em comunidades.

O Exército teme ferir civis com balas perdidas em áreas urbanas e preferia reforçar a fiscalização nas fronteiras, o que ajudaria a combater a entrada de drogas e de armas.

Mas as Forças Armadas atendem aos pedidos de ações de garantia da lei e da ordem porque elas estão previstas na Constituição e ocorrem por solicitação de autoridade civil.

Assista aos temas do “SBT Brasil”:

Comentários
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  1. walter disse:

    Imaginem o “Manzão” no comando do RIO caro Kennedy, o sujeito é “suspeitíssimo”; não tem sentido, continuar no comando do governo, este cara lembra o maduro da Venezuela, não transmite qualquer confiança; se realmente tivessem levantado a ficha dele, já estaria no mínimo processado varias vezes; o Estado escolhe muito mal seus representantes, a anos…não me admira as brigas por comando, com o Jungmann; o secretário de segurança, parece o Papa falando…Afirmar que a polícia não reagiu, diante de traficantes filmados, para preservar a segurança, foi ridículo demais…Nada me causa estranheza; vão precisar intervir no RIO, o território esta dominado por bandidos, não há mais condições de conversar; terão que subir o Morro com tudo o que tem; inclusive o exercito, para desmontar, capturar retirar armas…acabar de vez com o poderio do trafico…precisam permanecer em rodizio, em volta das favelas, fazendo operações surpresas; sem os militares, não terão como, manter a Lei e a ordem ali.

  2. Georges Christian Costaridis disse:

    Nada de anormal, uma vez que planalto, estado, cidades, bairros…tudo sendo governado por políticos sem a menor qualificação para o serviço público. Quem se preocupa com os bolsos e nda mais dá o recado para que cada um se vire como puder.

  3. Edu Aguiar disse:

    Quem é mocinho quem é bandido? Antigamente era muito mais fácil distinguir quem era quem.
    Antigamente era muito mais fácil distinguir um mocinho de um bandido. Ambos estavam bem caracterizados como tal. O criminoso se destacava pelo medo que gostava de exercer em relação aos demais, e não escondia isso, sendo então excluído de um meio social. Hoje em dia, está quase impossível saber quem é quem: os personagens se infiltram junto às outras pessoas por meio de um paradoxo entre tentar bancar o bonzinho e ser realmente mau por “ilegítima” defesa. O terrorismo urbano cresce descontroladamente. E, a vida humana já não tem mais valor. Num ato de “ilegítima” defesa as pessoas se sujam, destruindo o outro por alguns míseros trocados. É cada um por si e Deus por todos! Os bandidos estão à solta causando terror à população que é obrigada a se trancar em casa, evitando sair para não ser assaltada. Não faz mais diferença ser dia ou noite, para o criminoso é tudo igual

  4. Stanislaw: “SAMBA DO CRIOULO DOIDO”! disse:

    Um governo que mente que tudo está bem, que as instituições estão funcionando “normalmente”, precisa colocar as Forças Armadas para fazer segurança pública? O caos na Saúde, Educação etc o governo vem empurrando com a barriga há anos… a da segurança pública chegou ao ponto que não dá mais para esconder. E é um risco tremendo jogar nessa fogueira de incompetência e corrupção um dos poucos setores ainda confiáveis nesse país: as Forças Armadas! Creio que a Constituição prevê a participação das Forças Armadas em situações emergenciais específicas, onde esteja em risco a segurança nacional e não o combate a crimes oriundos de ineficiência da política de segurança pública. O caos na segurança pública é resultado do caos na política do país, aí sim, problema de segurança nacional – ou não é grave presidente da república, do senado, da câmara federal estarem sendo investigados pela justiça? Problemas têm que ser atacados na base e não adotar medidas paliativas, “enganativas”!

  5. Joaquim disse:

    Grande novidade, é impossível chegar neste nível de coisas sem a participação ou melhor o conluio de agentes públicos. Basta lembrar que 90% dos envolvidos já foram presos pelo menos uma vez, ou seja, já deveriam estar atrás das grades.
    Aqui vale a máxima criar uma dificuldades para vender uma facilidade, basta ver o caso do corpo de bombeiros do Rio. E o que aconteceu com os oficiais do corpo de Bombeiros ligados a boate Kiss.

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