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Política
03-05-2017, 21h49

Governo guarda concessões para luta no plenário da Câmara

Planalto prefere economizar munição para batalha que considera decisiva
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KENNEDY ALENCAR
São Paulo

Houve uma intervenção forte do governo Temer nos bastidores a fim de impedir nova concessão hoje do relator da reforma da Previdência, Arthur Maia (PPS-BA), nos debates na comissão especial da Câmara.

O Palácio do Planalto queria aprovar o relatório de Maia com as mudanças já feitas na primeira rodada de negociações com o Congresso. Não desejava abrir a possibilidade de mais alterações neste momento, no qual o governo tem maioria na comissão especial da Câmara para aprovar o texto.

O Planalto sabe que a batalha em plenário será a mais difícil. Se precisar fazer uma nova concessão, quer guardar munição para aceitar mudanças na última hora, quando estiver lutando pelos 308 votos a fim de aprovar a reforma na Câmara.

*

Porteira aberta

Se tivesse prevalecido o entendimento de que é obrigatória a autorização das Assembleias para um governador virar réu, apenas três deles entre nove investigados pela Lava Jato corriam risco de responder a inquéritos no STJ (Superior Tribunal de Justiça).  Esse três estão em minoria nas suas Assembleias.

Com a decisão do STF (Supremo Tribunal Federal) que dispensa autorização dos Legislativos estaduais, é provável que a Corte Especial do STJ aprove os pedidos do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, para abrir inquéritos contra nove governadores.

Apesar de ter sido tomada numa ação concreta contra o governador Fernando Pimentel, do PT de Minas, outros grandes nomes da política, como Geraldo Alckmin, do PSDB paulista, e Luiz Fernando Pezão, do PMDB do Rio, também deverão ser afetados pela decisão do STF e acabarão investigados no STJ.

Assista aos temas do “SBT Brasil”:

Comentários
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  1. Clézio Ferrera Gabriel Gabriel disse:

    É uma vergonha essa cambada de covardes de colarinhos branco que estão a serviço de uma minoria de ricaços as custas de roubos,propinas e outros mais , decidirem o que é bom para nosso povo é lava jato,reforma de previdência, reforma trabalhista, quantos pessoas morreram trabalhando pôr nossos direitos e que hoje estão querendo matar o povo de uma só vez que eles os covardes acham que as reformas serão boas para o povo, turma de ladões,corruptos e covardes, cade os generais dos comandos maiores do nosso pais exercito, marinha e aeronáutica,saiam de seus gabinetes e tomam uma atitude, tenho certeza que terá o maior apoio desse povo tão sofrido, de uma coisa tenho certeza pior do que esta não vai ficar, manda fechar congresso,câmara deputados, presidência, tudo e assumir o comando, prender todos safados de colarinho branco confiscar os bens de todos e investir todo dinheiro na educação e saúde nesse pais que esta a beira de um colapso se não tomarem uma atitude, e que DEUS nos ajude

  2. mano disse:

    prezados: considerando que o assunto mais importante no Brasil é a corrupção dos políticos, como anda o processo do mensalão contra o ex-senador tucano Eduardo Azeredo? Está preso em alguma penitenciária? esteve preso em alguma penitenciária? Está ou esteve em prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica? O processo prescreveu? Gilmar Mendes o concedeu habeas corpus? ou até agora nada aconteceu na prática. Na subjetiva e isonômica teoria do Direito soube que ele foi condenado a 20 anos de prisão.

  3. ANDRE disse:

    Kennedy, muito lúcido seus comentários. Repetindo novamente o que disse Rui Barbosa, de todas as ditaduras a pior é a do judiciário. O Dallagnol e o Moro, se comportam como se estivesse acima da lei e do respeito aos direitos individuais das pessoas. A lava-jato deve seguir seu rumo, mas dentro da legalidade e permitindo o amplo direito de defesa. O Dallagnol parece querer impor a sua vontade pessoal sobre toda a representação legal do pais, está perdendo o senso de avaliação, se continuar com este comportamento, se transformará no pior risco à própria lava-jato.

  4. ANDRE disse:

    Está reforma está totalmente errada, sendo feita pelo governo errado, pelo congresso errado e pelo relator errado (Arthur Maia Lava jato). Se o parlamento é o representante do povo, e o povo não concorda com a mesma, ele deve se curvar a vontade soberana do povo (sei que é utopia, mas é assim que deveria ser). Ela deveria ser discutida pelos eleitos em 2018, precisaria ser inclusiva, incluindo os militares, deveria ser precedida pelo fim de todas as desonerações e fim da desvinculação de parte dos recursos da previdência. O governo precisaria apresentar um plano de redução de inadimplência e de recuperação de dívidas. Um estudo das aposentadorias de grande impacto na previdência e como efetivamente reduzi-las.

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