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Entrevistas
22-05-2014, 13h56

Ministro do STF defende fim do foro privilegiado

Brasileiro "cordial" virou "um pouco truculento", diz Luís Roberto Barroso
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Em entrevista ao SBT, o ministro do STF Luís Roberto Barroso defende o fim do foro privilegiado de autoridades _expediente que tem sido usado para livrar parlamentares de julgamento no Supremo Tribunal Federal ou para inviabilizar investigações de instâncias inferiores. “Eu sou, por princípio, contrário ao foro privilegiado, salvo, talvez, para um pequeno número de autoridades, quatro ou cinco: presidente [da República], vice-presidente e, talvez, os presidentes de poderes”, diz. O ministro propõe “a criação de uma vara federal concentrada em Brasília que atuaria, em primeiro grau, em todos os casos que hoje são de foro privilegiado, com um juiz escolhido pelo Supremo, com um conjunto de garantias. [O juiz] Permaneceria lá quatro anos, no final dos quais ele iria automaticamente para o Tribunal Regional Federal. E, da decisão dele, caberia recurso para o Supremo”. A respeito da onda de greves no país, Barroso afirma que “o direito fundamental de greve não é absoluto, como nenhum direito é absoluto em uma democracia”. Por isso, diz, esse direito “precisa ser exercido com respeito e sendo compatibilizado com outros direitos fundamentais da população em geral”. Segundo Barroso, o “brasileiro cordial”, de Sérgio Buarque de Hollanda, virou um “pouco truculento”.

 

 

Comentários
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  1. Valmir Campos disse:

    Creio que já passou da hora de extinguir-se o famigerado ‘foro privilegiado’ para autoridades em geral; como bem posto pelo Ministro Barroso, “TALVEZ” uma ou outra autoridade possa continuar a ser contemplada com tal “benefício”(?).
    Da mesma forma, é preciso punir aqueles que cometeram arbitrariedades e crimes por ocasião do suposto direito de greve, no caso, os empregados das empresas de ônibus em São Paulo. Houve evidente abuso de direito da parte de inúmeros participantes, condutas que deveriam ser apuradas pela autoridade policial competente.

  2. rafael aneiros disse:

    Finalmente o Dr. BARROSO nosso nobre ministro do STF esta apoiando algo que o povo deseja desde a criação da famosa porem não obedecida Constituição.
    essa atitude da muita CREDIBILIDADE ao nobre ministro, credibilidade desgastada com algumas opiniões contrarias a os pensamentos da população, no caso do MENSALÃO.

  3. luiz tadeu disse:

    Foro Privilegiado?
    E a Constituição quando fala de que “todos são iguais perante a lei”, o que significa isso?
    É só lambança?
    Basta de calhordice.

    Outra:
    Se vc. rouba uma galinha, é ladrão…
    SE vc. rouba um bilhão não é ladrão: apenas “desviou” o dinheiro roubado.
    Basta de calhordice.
    Isso tem que acabar.
    Ninguém mais aguenta tanta calhordice!

  4. natali disse:

    Ainda bem que existem jornalistas competentes para entrevistar autoridades de alto escalão, conseguem entender o que elas estão falando e interpelam nas horas necessárias, só uma pena o espaço curto de tempo da entrevista. Parabéns Kennedy.

  5. celeste disse:

    Precisamos de mais entrevistas como a do Ministro Dr.Luis Roberto Barroso, do STF. O Nobre Ministro tem colaborado para melhorar a imagem do Supremo!

    • joao disse:

      parabens Celeete, esse ministro tem mostrado muito conhecimento ético, probo. concordo plenamente com vc. tambem tenho acompanhado algumas entrevistas dele. reralmente ele tem fundamentos, argumentos necessários a este páis.

  6. Laurindo disse:

    Ministros como o Dr. Barroso ainda podem resgatar o crédito e o respeito dos cidadãos comuns pela Justiça brasileira. Eliminar o foro privilegiado; impor o financiamento público de campanhas; tornar regular o rigor com os crimes do colarinho branco; de alguma forma, criminalizar a sonegação fiscal; tornar regulares intervenções da justiça no falido congresso nacional e começar a recuperar p/ os cofres públicos, todo o dinheiro desviado por atos de corrupção, são ações da justiça que a tornariam bendita aos olhos da população, porque estaria efetivamente a serviço da construção de um País mais justo e verdadeiramente democrático.

  7. João Manoel Alexandre de Farias disse:

    Acredito que se o povo acordar e sair para a rua clamando e exigindo pelo fim do‘foro privilegiado’como fez durante as primeiras manifestações (pacíficas)nas principais cidades do Brasil, então creio que poderá ser o início do fim desse famigerado e injusto ‘foro privilegiado’, que só serve para beneficiar e dar cobertura a políticos corruptos e ladroes, que vem ao longo dos anos enriquecendo seus patrimônios pessoais com o erário publico,e impedindo e atrasando o desenvolvimento da nação e do povo, e a verdadeira vocação do Brasil que é se tornar uma grande potencia mundial.

  8. Gildásio José de Araujo Filho disse:

    Caro Ministro Luís Barroso. Não somente o fim do Foro Privilegiado, mas, de todas as vantagens concedida aos político de modo geral. É vergonhosa a ostentação do dinheiro público praticada pelos Senhores, Temos vergonha e nojo dos nossos político, somos ignorados e tratados como números, quantidade de votos, essa é a figura do cidadão brasileiro, lembrada a cada quatro anos. Somos órfãos, não temos quem nos represente, e não acreditamos nas Instituições. É lamentável Sr. Ministro, um povo totalmente desacreditado e envergonhado com os atos políticos, os quais sabemos pelas folhas policia. Esse Brasil é de vocês.

    Meus sinceros votos de bom trabalho Sr. Ministro.

  9. Ciro Gemelli Junior disse:

    J Á E S T Á N A H O R A D E P E S S O A S D E C A R Á T E R F A Z E R E M L E I S. A S S I M N A S C E R Ã O B O A S L E I S. AMÉM!!!!

  10. João Paulo disse:

    Acredito que já passou a hora de qualquer politico ser tratado como cidadão comum, Alias, no meu entender, qualquer tratamento deveria servir de exemplo, sendo aplicado com a mauor austeridade possivel porque este individuo foi eleito por vários cidadãos e, quando aprovnta, aprontou com vários ou melhor – com todos que compoem o seu eleitorado. Se voce roubar 1 vez , tem um certo perdão, mas, se repetir o erro por centenas ou milhares de vezes, a lei deveria punir com o mesmo rigor – centenas ou milhares de vezes. Desta forma, acabariam as oportunidades que a maioria dos politicos tem de rirem das leis porque sabem que nada (ou quase nada) acontecerá a eles. Tratamento exemplar com austeridade já!! E se o predidente da Republica for condenado, este merece ir para uma cadeia normal e ter tratamento igual a todos. Sugiro mandar todos os politicos condenados para Pedrinhas no maranhão . Lá eles teriam tratamento digno de seus atos.

  11. Camillo M. M. Ferreira disse:

    Houve um tempo no qual os Políticos eram honrados e tinham preocupação com a população e o País.
    Há pelo menos um século, o quadro se inverteu e hoje, infelizmente, quem está na política, ou já é bandido, ou está muito próximo de ser.

  12. JOACIL DA SILVA CAMBUIM disse:

    Discordo do fim do foro por prerrogativa de função, o chamado “foro privilegiado”. Um promotor de justiça da 1ª instância (que acusa), assim como o juiz (que julga) não teriam condições para julgar deputado federal, senador, ministro de Estado o do STF. A pressão seria insuportável. Do mesmo modo, imagine-se um promotor sendo denunciado por um colega da mesma instância? E um juiz sendo julgado também por companheiro da comarca. Eu próprio, como promotor de Justiça, preferia ser denunciado por um colega e julgado por um juízo local? O que é necessário fazer é aperfeiçoar as instâncias que julgam os réus com essa prerrogativa. Se é foro privilegiado por que ninguém quer ser julgado no STF? José Dirceu, Genuíno e Delúbio foram beneficiado com o “foro privilegiado” ou se “lascaram”, ao lhes ser dado esse “privilégio” que não tinham?

  13. João Alberto Afonso disse:

    Ministro do STF, especialmente esse, realmente é CINISTRO

  14. Clovis Barros disse:

    Eu acho exatamente o contrário, essas pessoas(governantes) deveriam ser os primeiros a se colocarem à disposição da justiça para serem investigados, julgados e se necessário processados pela justiça comum, afinal eles deveriam era dar o exemplo. No Brasil é tudo ao contrário

  15. LAERCIO CANAZZA disse:

    No final das contas cai no STF. Vai demorar mais a discussão até chegar lá. Aí já foi o boi com a corda. Veja o processo do mensalão Mineiro.

  16. mineiro chato disse:

    Jogar para o povinho sentado numa poltrona é mole… ele deveria é propor isso ao colegiado num aparte do mensalão e não o fez; por que? Proponha isso na primeira reunião com transmissão ao vivo do STF para o povinho que ve um pouco do diário do STF. Vamos aquardar se ele fará isso…

  17. ulisses disse:

    Kennedy, entreviste alguma personalidade do PSDB, partido que sempre prega o fim do voto obrigatório nas campanhas políticas, mas até agora nada…………………..

  18. Tem que acabar com foro privilegiado e se cumprir com o princípio constitucional que somos todos iguais perante a lei.
    Também tem que acabar com a canalhice implantada que ministro corrupto ou qualquer outro, seja punido com afastamento e direito a aposentadoria. Isso é inaceitável!
    Os políticos também tem de contribuir 35 anos com a Previdência e se aposentarem nas mesmas condições dos trabalhadores.

  19. David Nascimento disse:

    Lá pela parte 5 ‘O Homem Cordial’ Sérgio Buarque ao tratar sobre a contribuição brasileira para a civilização fala do homem cordial e a vida em sociedade e termina o parágrafo citando Nietzche: “Vosso mau amor de vós mesmos vos faz do isolamento um cativeiro”. rs, Se já não me parece truculento!

  20. Marcos disse:

    Boa entrevista, porém na atual conjuntura, sou contra essa ideia porque? É mais um tempo a se ganhar, pois o réu poderia, ainda, recorrer da sentença.

  21. gilberto disse:

    boa entrevista .

  22. Oi Kennedy gostaria de saber se um presidente que recebeu o impeachment tem direiro a aposentadoria vitalicia e quais os seu direitos.obrigado

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2020-09-29 09:12:43