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Economia
07-11-2014, 20h13

No 2º mandato, Dilma quer ajuda da Petrobras para fazer caixa

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Postado por: ISABELA HORTA

No primeiro mandato, a presidente Dilma Rousseff segurou reajustes dos combustíveis para ter uma inflação menor. No segundo governo, deverá dar mais liberdade de preços à Petrobras para recuperar financeiramente a empresa e viabilizar investimentos.

Dessa forma, o governo sairia ganhando, porque arrecadaria mais com impostos e dividendos. Ou seja, usaria a Petrobras para fazer caixa a fim de tentar melhorar as contas públicas.

*

No SBT Brasil, o tema foi o reajuste do preço da gasolina, menor do que o pedido pela Petrobras. Nas contas do governo, esse aumento não vai deixar a taxa de inflação de 2014 superar o teto da meta oficial, que é de 6,5% ao ano, segundo o IPC (Índice de Preços ao Consumidor Amplo).

A inflação em outubro ficou em 0,42% e desacelerou em relação a setembro. Mas, no acumulado em 12 meses, a taxa está em 6,59% _acima do limite máximo da meta.

De janeiro a outubro, no entanto, o índice foi de 5,05%. O governo tem, portanto, quase 1,5% para acomodar a alta dos preços de novembro e dezembro. Assim, deverá cumprir a meta do ano raspando, com inflação de 6,3% ou 6,4%.

Um novo reajuste no preço dos combustíveis deverá ocorrer no primeiro semestre de 2015. Mas não há definição exata sobre a data nem sobre o tamanho do reajuste.

Confira o comentário:

Comentários
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  1. Djalma disse:

    Caro Kennedy,

    Acho oportuno neste momento se falar sobre inflação e que os economistas, de plantão, parece que não estão muito atuantes e, se estão, falam da inflação menos que os políticos. Isso não é bom. Sou daqueles que gostaria que o cientista político falasse constantemente de Ciência Política, que candidatos à presidência falassem sobre os seus programas de governo, que psicólogos se posicionasse sobre comportamento dos indivíduos e médicos falassem sobre os riscos das endemias, das pandemias e das epidemias para que as pessoas pudessem escolher hábitos que lhes propiciassem mais saúde.
    Pois bem, acredito que é melhor se combater as causas e, na Economia doméstica, não se fez isso, haja vista que é histórico para nos países que sediaram THE WORLD CUP ter, após tal evento, aceleração de preços em decorrência do aumento da demanda por serviços naquele período e, além disso, conviver sob os caprichos de uma crise internacional remontada com uma escassez de chuvas em todas as partes do território habitável e, no coração industrial, ainda por cima. Quero falar de São Paulo, uma economia potencial, mais robusta que nossa vizinha Argentina.
    O certo é que, para cada sintoma ou processo sistêmico existe um especialista que debela ou aprimora, respectivamente. No caso da inflação, pelo menos dois fatores são necessários: o equilíbrio entre oferta e demanda e a produção eficiente com o menor custo possível. Fora isso, combater a inflação com um dedo em riste fica mesmo, somente para o palanque da eleição.

    • walter.nobre disse:

      A Dilma não tem condições, e nem capacidade, de mudar o cenário inflacionário; principalmente, engessando a Petrobras; se ela não for cassada, será mais um governo engessado…a dividas vão triplicar; se não tivermos autonomia na Fazenda e no0 Baco central, esqueçam…
      Teremos recessão, ala Argentinha, que empurra com a barriga, e a censura corre solto…País de faz de contas…
      A Dilma vai tentar impor, seus planos bolivarianos; não tem a intenção, de desatar a economia, se não fez, nos últimos 4 anos; porque faria agora???

  2. Maina Arriscado disse:

    Pois é cara Djalma … eu até nem sou economista, mas estudei “o assunto” em disciplinas da Universidade … de qualquer modo como já um dia Ciro Gomes disse “não é preciso passar no vestibular para se escolher político” … pois aqui vai … a questão é que o problema também é cultural e NUNCA é falado, porque Ai Meu Deus que isso é Tabu … uma sociedade capitalista não é só constituída pelo Governo, daí o nome ;). Também é constituída pelo tecido empresarial … de que ninguém fala porque é incômodo … a culpa é Sempre do Governo … pois é, só que de nada serve desonerar a folha de salário ou eliminar o IPI ou qualquer outro imposto do gênero, se no final das contas o consumidor não sente nada, muito menos o trabalhador … e agora de quem é a culpa ?? …de quem é a culpa que um Playstation tenha sido lançado nos EUA à 1 ano por 400 USD (mais ou menos 900 reais) e aqui tenha chegado a R$ 4.000? Porque que eu saiba mesmo que o imposto e frete tenha sido 200 % (embora isso nem faça sentido porque nem comprando na Amazon dá isso) daria R$ 1800 … bom … até chegar a R$ 4.000 … e o resto ??? o resto é super-faturamento … que é a cultura do empresariado brasileiro no mercado interno … exato, aqui dentro … mas quando é para exportar … aí é outra história … porque lá fora os países desenvolvidos não aceitam isso … lá fora o mercado é o de menor valor para a melhor qualidade … aqui o Governo se estrangula as importações para proteger o Nacional … o que o empresariado faz a correr? … produz mais ? … Não … aumenta os preços … e o que o consumidor faz ? engole garganta abaixo porque ainda vai demorar um bocado até as pessoas entenderem que quem faz o mercado é o consumidor, não o empresariado … mas claro, a culpa é sempre do Governo … I rest my case …

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