aki

cadastre-se aqui
aki
Entrevistas
13-04-2020, 15h55

“O mundo precisa de mais multilateralismo”, diz vice-presidente do BID

Alexandre Rosa afirma que pandemia vai gerar reflexão global
5

Kennedy Alencar
WASHINGTON

Alexandre Rosa, vice-presidente do BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento), diz que, passada a pandemia de covid-19, haverá “reflexão” sobre a necessidade de respostas globais coordenadas a eventos dessa magnitude.

“O mundo não precisa de menos multilateralismo. O mundo precisa de mais multilateralismo”, afirma Rosa, em entrevista à “Pastoral Americana”, que foi ao ar no fim de semana na rádio CBN.

Segundo ele, “é natural que cada país tente salvar suas populações” num primeiro momento. Mas desafios como pandemias e a mudança climática “precisam de governanças globais, precisam de respostas que seja coordenadas”.

Alexandre Rosa é vice-presidente de Países do BID. Ele cuida da área que cuida do relacionamento do banco com todos as nações da América Latina e do Caribe. É o brasileiro que exerce o cargo mais alto nos organismos multilaterais de Washington.

Rosa também fala dos efeitos no mercado de trabalho e da ação do BID para minimizar efeitos negativos da pandemia na América Latina e no Brasil. Ele diz ver necessidade de reconstrução econômica de até dois anos na região.

A seguir, a íntegra da entrevista que ele concedeu à CBN na última sexta-feira:

Comentários
5
  1. jose disse:

    O mundo é diversificado, não há nenhuma novidade nesse axioma. Duvido que a humanidade mude um milímetro de seu individualismo, soberba, ganância, etc. Duvido. Na confusão diária e instrumental do governo brasileiro, fala-se cotidianamente sobre o apoio dos militares ao ministro da saúde ou ao bozo. Um país com 210 milhões de pessoas que se pretende democrático vive em torno de uns generais. Na Argentina, no Paraguai e no Chile onde se julgaram os torturadores os milicos são subordinados aos civis, como em qualquer democracia. Aqui, se rogam de elite numa soberba obsoleta e aciosa alimentada pela impunidade. O Brasil está aquém de todos os países sul-americanos, seme mxagero. Reprovam Maduro, mas não fazem diferente com estratos sociais pobres e

    • Walter Nobre disse:

      Kennedy e Jose, não há milagres a vista, os países realmente manterão a soberania, com medidas heterodoxas de acordo com o tamanho dos seus problemas, considerando as múltiplas possibilidades que terão. Já passamos inúmeras crises ou descaminhos, por motivos regionais, neste caso sem precedentes. A reengenharia de cada País, particularmente por aqui. Podem ter certeza das nossas necessidades, vamos gerar muitas especulações diante das possibilidades, vamos gerar grande demanda jamais vista por captais revolutos, com isto o mundo financeiro vai se reinventar diante de tantas vias de investimentos. No Brasil teremos mais iniciativas, pela própria falta de empregos e colocações neste momento particularmente único, onde bons empresários perderam tudo, diante da avalanche gerada pelo corona. As reformas ficaram em segundo plano, vale apena neste instante a sobrevivência. Infelizmente a notícia ruim será o custo do dinheiro, por tudo isto encontraremos barreiras no credit scoring.

  2. […] Fonte: “O mundo precisa de mais multilateralismo”, diz vice-presidente do BID […]

  3. jose disse:

    Na região sulamericana só existem militares misturados na política na Bolivia, na Venezuela e no Brasil. No Paraguai, há dois anos, um general fez um comentário sobre política no México e foi preso por 90 dias e mantido no cargo. Governo civil decente é assim. Venezuela é ditatura, Bolivia se livrou de um pretendente à vitalicidade no cargo e caiu nas mãos de uma turma esquisita e no Brasil é uma abgunça generalizada e o prof. Delfim neto ainda diz que temos preconceitos com militares que são bem formados. Eu vejo a excelência ao contrário no comportamento e no vocabulário daquele do GSI.

  4. jose disse:

    O Brasil pós a covid-19: militares + bolsonaro ou Ciro Gomes ou Fernando Haddad ou João Doaria. E tem o Mussolini querendo também. Quero vê-lo num debate diante de Crio, Haddad e João Doria. São pouco os jornalista que leio. Dias desses uma de um site de debate no youtube ressaltou a qualidade “sic) de Moro falar e não respnder as perguntas. Enrolar. Ele não responde porque não sabe o conteúdo, é analfabeto funcional e a tal jornalista o ver como virtude. É a imprensa fundamental para a democracia feita por gente que não pensa, não critica e se acha pertinente.

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios são marcados

Não serão liberados comentários com ofensas, afirmações levianas, preconceito e linguagem agressiva, grosseira e obscena, bem como calúnia, injúria ou difamação. Não publicaremos links para outras páginas devido à impossibilidade de checar cada um deles.

2020-05-30 11:22:04