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Política
27-10-2014, 21h36

Para acalmar aliados, Dilma insiste na ideia de mão estendida

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Postado por: Daniela Martins

Após a reeleição, a preocupação imediata da presidente Dilma Rousseff será superar a imagem de um país dividido pela eleição. Por isso, ela insiste na ideia de que fará um governo de diálogo. 

Dilma dirá que está com a mão estendida para a oposição e para os aliados. Ela precisa dialogar com a oposição para tentar colocar de pé algum projeto de reforma política. Para governar e montar um novo ministério, precisa conversar também com sua base de apoio no Congresso. Hoje, há um racha no principal partido aliado, o PMDB. 

*

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, não tem razão ao afirmar que a reeleição de Dilma mostra aprovação da política econômica do governo. Dilma venceu a eleição prometendo mudanças, inclusive na economia.

A inflação está alta. A presidente sabe que é difícil governar com o mercado financeiro torcendo contra. Sabe que o pessimismo do empresários não pode continuar, sob pena de não destravar investimentos.

A mudança na Fazenda deverá começar pelo próprio ministro. Entre os nomes cotados para substituir Mantega estão, entre outros, o ministro da Casa Civil, Aloizio Mercadante; o governador da Bahia, Jaques Wagner; Nelson Barbosa, que já foi secretário executivo da Fazenda, e o presidente do Bradesco, Luiz Carlos Trabuco.

Confira o comentário no “Jornal do SBT”:

Comentários
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  1. Não creio em divisão no país, ocorre que algumas pessoas de determinadas categorias profissionais, com formação superior, estão ainda insistindo em continuar em campanha eleitoral, postando bobagens nas redes sociais que, aí sim, estão procurando manter distância de outros brasileiros que igual a eles são também eleitores e livres para votar em quem bem quiser. Quanto a divisão política, ela sempre existiu, principalmente no momento em que temos quase trinta partidos políticos e mais cinco por serem fundados. É nisso que devemos pensar, cobrando uma reforma política que traga mais consistência aos governantes, que tragam um equilíbrio concreto e minimizem a corrupção que não de agora existe, sempre foi prática constante em todas as esferas governamentais, e que afastem as empresas da tutela governamental.

  2. Pasquale disse:

    O ministro da Fazenda, Guido Mantega, não tem razão ao afirmar que a reeleição de Dilma mostra aprovação da política econômica do governo. Dilma venceu a eleição prometendo mudanças, inclusive na economia.
    Repare que ele fala o que acha melhor,e não corresponde a verdade.
    Como o cidadão permaneceu como ministro da Fazenda?
    Por isso foi criticado fora do País.
    E segundo seu professor,foi um aluno medíocre.
    A corda chegou no pescoço,e se alguem tiver juízo vai convocar o mais competente.
    Seja ele quem for.Agora falar em Mercadante,Jaques Wagner é uma piada.
    Agora, como acabaram os contos da carochinha do PT,ou eles mudam ou o País vai para as profundezas.

  3. ZENON FERREIRA DOS SANTOS disse:

    Acho que o melhor para a Fazenda é o Luís Carlos Trabuco

  4. gesiel disse:

    NÃO EXISTE PAIS DIVIDIDO, pois dos governadores eleitos, APENAS os 5 do PSDB NÃO SÃO ALIADOS DO PT E DA DILMA. O DEMO por exemplo, partido aliado do PSDB e oposição à Dilma, NÃO ELEGEU NENHUM GOVERNADOR. AS BANCADAS DA CAMARA E DO SENADO, continuam com MAIORIA DE ALIADOS DO GOVERNO DILMA DO PT, e o pouco que perderam, PERDERAM MAIS PARA PARTIDOS NEUTROS, e NÃO PARA PARTIDOS ALIADOS AO PSDB e ao DEMO. O HISTORICO DA ELEIÇÃO, MOSTRA QUE O PSDB “SE ENFRAQUECEU MAIS UMA VEZ”, pois caiu de 8 GOVERNADORES para apenas 5 GOVERNADORES. O PT perdeu no Rio Grande do Sul e GANHOU EM MINAS que é MAIOR; e perdeu no DISTRITO FEDERAL, mas ganhou no CEARÁ que também É MAIOR. E isso não é conta do Aecio Neves, que disse que: Minas havia votado contra a Dilma, porque somados os votos dele e o da Marina, eram maiores do que os votos da Dilma no estado dele.

    • Marcos disse:

      Isso só coloca em cheque o sistema de urnas brasileiro. Sou a favor da democracia e que vença quem foi mais votado. Mas essa caixa preta que é a urna eletrônica não possibilita isso. Gostaria que nas próximas eleições a justiça eleitoral tornasse a urna eletrônica mais transparente, imprimindo o voto dado ao candidato para ser depositado em uma urna convencional se em caso de auditoria, quando necessário, ser comparado com o apurado eletronicamente. Isso não é pedir demais num sistema verdadeiramente democrático.

  5. Marcos disse:

    Então vamos voltar para a realidade suíça que vivemos. O país está ótimo, a inflação controlada, não haverá aumento dos combustíveis e não se esqueçam de se inscrever no Pronatec que o seu emprego estará garantido, fora a geração de riqueza que é o bolsa família causa. Brasil caminhando a passos largos para mais subdesenvolvimento. Mas parece que o povo brasileiro do norte de Minas pra cima está muito feliz.

  6. Asteriosvaldo Sacristolimotério de Sousa disse:

    Prezados,
    Um recado aos amigos vencedores como eu: DESPREZO, NADA MAIS QUE DESPREZO.
    O BRASIL ESTÁ SALVO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
    ATÉ 2018 COM LULA PRESIDENTE.

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