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Política
17-11-2014, 22h25

Para TCU, é possível acordo que evite paralisia de obras

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Postado por: ISABELA HORTA

O presidente do TCU (Tribunal de Contas da União), ministro Augusto Nardes, fez uma proposta nesta segunda para evitar a paralisação de grandes obras federais, caso as empreiteiras sejam punidas na Operação Lava Jato. Nardes disse que seria necessário um acordo entre o Poder Executivo, o Ministério Público, o TCU e a Justiça.

Alguns advogados afirmam que essa proposta é viável, porque haveria um interesse público envolvido, o de não paralisar grandes obras. Mas as empresas teriam de assinar acordos se comprometendo a ter outra conduta para continuar a operar esses grandes contratos de obras públicas.

A ideia é copiar fórmulas que já foram aplicadas no exterior, com penas duras para quem reincidir na corrupção. Grandes empresas fizeram acordos nos quais pagaram multas gigantescas, colaboraram com as investigações e se comprometeram a estabelecer códigos de ética interna que respeitassem as leis anticorrupção. A Siemens, uma grande empresa alemã, fez isso.

É uma saída complicada, mas talvez necessária para não paralisar o país e afetar negativamente a economia.

Confira o comentário:

Comentários
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  1. Titio Dracon disse:

    É sério essa proposta? Ou é pra rir?

    • walter.nobre disse:

      Caro,só tomado uma…eles nos acham idiotas demais; ou se fazem de idiotas, para pegar o coveiro…
      Estes contratos estão super faturados, eles vão cumprir, por interesse próprio; desde que “Jesus, era menino”, que fazem isso, mas não com tanta volúpia; são tão caras de pau…
      Esta empreiteira, devem ser processadas, por super faturamento, logo após o processo Petrobras..
      Avisem a Graça Foster, que contratar um escritório de ADVs por 18 Milhões, para descobrir as sacanagens; deveriam cobrar dela…outro supre faturamento, pelo menos cheira muito mal…FORMAR UMA DIRETORIA NOVA, PARA AVALIAR AS CABEÇADAS DELA…”PELO AMOR A DEUS…Parem com isso”!!!

  2. Djalma disse:

    Caro Kennedy,
    A posição defendida pelo ministro Augusto Nardes, do TCU, é coerente do ponto de vista econômico, necessária pelo lado social e positiva na ótica da relação contratual. Obras de interesse do governo não podem ser paralisadas por omissão ou falta de controle; o Estado é soberano e pode criar mecanismos de investigação e de controle para todos os seus órgãos e empresas sob o seu domínio, aliás, tal controle deveria ter sido providenciado muito antes. Hoje, fala-se muito em reforma política e atribui-se à sua falta, todo esse desencadeamento de desmandos administrativos quando, na verdade, o que falta é vigilância, transparência, posicionamento ético e moral e controle pontual de todas as etapas dos projetos e processos.

  3. JOÃO CARLOS disse:

    Tem que paralisar tudo chega de beneficiar politicos e empreiteiras em nome de não prejudicar o povo.Quem defende não paralisar faz parte do golpe.

  4. Pasquale disse:

    No fim da semana passada, o Santander enviou a clientes do segmento de alta renda um relatório sugerindo que um cenário de reeleição de Dilma poderia deteriorar a economia brasileira, com alta dos juros, desvalorização do câmbio e queda da bolsa.
    ————————————————————————–
    Acertou em cheio… Santander.

  5. Asteriosvaldo Sacristolimotério de Souza disse:

    Editorial do jornal Valor Econômico, joint-venture entre os grupos Folha, de Otávio Frias Filho, e Globo, de João Roberto Marinho, sinaliza que não apenas o governo, mas também a oposição deve se preocupar com os efeitos da Lava Jato; “Os desdobramentos da Lava-Jato se seguem a uma campanha eleitoral radicalizada, cujos ânimos não se dissiparam depois de fechadas as urnas e contados os votos. A tentação da oposição em alvejar o Palácio do Planalto com o escândalo na Petrobras não é pequena, mas pode estar sendo contida pela ignorância dos alcances últimos das denúncias sobre os partidos. No caso de financiamento de campanha eleitoral, quase todas as legendas têm telhado de vidro”, diz o texto
    “ELES ESTÃO COM O … NA SERINGA”

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