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10-01-2015, 9h00

Por meio de ilustrações, cartunistas respondem ao massacre no Charlie Hebdo

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Daniela Martins
Brasília

Em resposta ao atentado que matou doze pessoas na sede do jornal “Charlie Hebdo”, em Paris, cartunistas do mundo inteiro decidiram usar suas melhores armas: canetas, lápis e papel.

As ilustrações transitam entre a crítica, o espanto e a solidariedade. O site “Hypeness” reuniu e traduziu 28 desses trabalhos. Veja todos aqui.

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Comentários
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  1. Edson disse:

    É como falou um cartunista Brasileiro, o que aconteceu foi uma barbarie, no entanto os cartunistas mortos deveriam pelo menos ter bom senso, porque afrontar uma referência(Maomé) de uma religião com tantos adébtos das formas mais provocativas deveriam imaginar que alguém tomaria uma atitude, pagaram o preço da ousadia.

    • EduFernandes disse:

      Discordo. O preço da ousadia são os milhões de exemplares vendidos. A vedação religiosa contra representar Maomé não cabe contra não islamitas, independente da crença deles.
      Mesmo o próprio Deus se refreia de executar os seus opositores sem lhes dar chance de defesa, conforme todos os livros religiosos. Imagina Deus compactuar com algum “puxa-saco” que toma a peito a suposta defesa do que ele mesmo acha sagrado.
      Não se trata de falta de bom senso dos cartunistas. Trata-se da falta de bom senso de toda a humanidade.

  2. Frederico Gosling disse:

    No dia em que a humanidade se conscientizar de que para sermos respeitados é preciso respeitar, talvez que este conceito de Justiça mude. Religião é uma coisa muito séria, ninguém tem o direito de criticar qualquer uma delas, este respeito é necessário para a convivência normal, ou vocês acham que o Papa deu gargalhadas quando viu a charge de uma camisinha no lugar de uma hóstia, há que se convir que liberdade também tem que ter limites, caso contrário sempre haverá esta insegurança.

  3. gesiel disse:

    Talvez os extremistas islamicos, TENHAM ENTENDIDO SIM, que as criticas que o Charlie Heddo fazia, NÃO ERAM CONTRA OS DOGMAS DA RELIGIÃO ISLAMICA, e sim contra os desmandos do fanatismo; pois pra eles FANATICOS o que vale são as suas proprias convicções. Isso é uma atitude MUITO PARECIDA com a da “REVOLUÇÃO DOS IGNORANTES” daqui de São Paulo, que sabe da verdade, mas promove o terror para tentar impor a sua vontade. Os islamicos, que seguem o preceitos de pregar a paz do seu alcorão, deveriam se manifestar de forma mais energica contra estes criminosos, que usam a sua doutrina para pregar o odio. O FHC e o Alckmin, embora NÃO TÃO ENERGICOS, se mostraram firmes e contrarios aos membros da “REVOLUÇÃO DOS IGNORANTES”, que não aceitam a derrota e pregam o terror contra a Dilma e ao PT. Felizmente OS HOMENS DE PRETO que SE ESCONDEM ATRAS DE MASCARAS PARA COMETEREM O CRIME AQUI EM SÃO PAULO, ainda NÃO CHEGARAM AO PONTO DE MATAR COMO ACONTECE COM OS HOMENS DE PRETO DOS OUTROS PAÍSES QUE USAM MASCARAS PARA IMPOR SUAS DISTORCIDAS VERDADES ABSOLUTAS, que eles acreditam que sejam as mesmas verdades pregadas pelos seus mestres. “Je sui Liberte e Fraternité”.

  4. Antonio Carlos disse:

    FRANÇA PRENDE HUMORISTA QUE FAZ CRÍTICAS A JUDEUS
    Poucos dias depois da marcha em defesa da liberdade e contra o terror (com a presença de Benjamin Netanyahu), a França expôs suas contradições; o comediante francês Dieudonné, conhecido por suas críticas ao judaísmo, foi preso ao comentar em seu Facebook que se sente como Charlie Coulibaly (sobrenome de um dos terroristas); em sua defesa, Dieudonné disse que seu humor não difere do feito pelo Charlie, que estimulava preconceito contra muçulmanos
    Após convocar uma marcha pela liberdade e contra o terror, com a presença de líderes mundiais como o israelense Benjamin Netanyahu, o governo francês expõe suas contradições ao mandar prender o comediante francês Dieudonné.
    O humorista, conhecido por suas críticas ao judaísmo, foi interpelado em sua casa, em frente aos seus filhos, por ordem do primeiro-ministro Bernard Cazeneuve, sobre a acusação de incitar o terrorismo nas redes sociais.
    No Facebook, ele comentou que se sente como Charlie Coulibaly (sobrenome de um dos terroristas): “Após essa marcha histórica, digo mais… lendária! Um momento mágico como o Big Bang que criou o universo! …ou em um grau mais local, comparável à coroação de Vercingétorix [rei gaulês da antiguidade], eu enfim entro em casa. Sabe que essa noite, no que me diz respeito, eu me sinto como Charlie Coulibaly”, escreveu.
    Em sua defesa, Dieudonné disse que seu humor não difere do feito pelo Charlie, que estimulava preconceito contra muçulmanos
    No ano passado, o comediante foi alvo de outra ação do governo de François Hollande, em ofício pedindo para que todas as prefeituras cancelassem seus shows de stand-up.

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