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Política
02-12-2015, 21h46

PT apostará no STF contra impeachment

Estratégia do governo prevê batalhas política e jurídica
15

KENNEDY ALENCAR
BRASÍLIA

O governo abrirá duas frentes de batalha para enfrentar o impeachment: uma política e outra jurídica.

A política se concentra na Câmara dos Deputados, a fim de obter mais de um terço de apoio para barrar o impeachment, e também num embate na opinião pública.

A frente de batalha jurídica será travada no STF (Supremo Tribunal Federal). Deputados do PT vão tentar barrar a tramitação do pedido de impeachment aceito pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha.

Todo o discurso político do governo será o de carimbar esse pedido de impeachment como uma tentativa de golpe. O governo vai insistir no argumento de que não prova jurídica de crime de responsabilidade da presidente Dilma.

O Palácio do Planalto sabe que a opinião terá peso, sobretudo pela pressão que poderá exercer sobre deputados. O governo espera uma mobilização da base social do PT para enfrentar o debate público.

Ouça o comentário na CBN:

 

Comentários
15
  1. Paulada disse:

    Eu acredito que o governo consiga barrar sim o pedido no STF, mas o que tudo indica é que mesmo a Dilma governando até 2018, esses processos de impeachment só sirvam para causar(mais) desgaste no PT e em Lula, que mesmo não sendo candidato, é o maior cabo eleitoral de qualquer partido, mesmo estando em situação delicada. A oposição sabendo deste golpe do Cunha, pode querer apoiar pelas beiradas para dizer que não apoiou, mas pode também querer não apoiar este para poder apoiar um próximo que tenha maior força e que talvez esteja respaldado por um presidente da casa com um pouco mais de credibilidade. Só que isso não traz nada de bom para o país porque é um comportamento de ocasião, mostra realmente de que é feita a oposição deste país e pior ainda, está carregando um eleitorado fanático e violento respaldado nestas decisões que tomam.

  2. Djalma Camacam Bomfim disse:

    Já vi este filme, já vivenciei briga de animais na selva (jaracuçu x teiú), quando o segundo é picado vai correndo buscar o antídoto que está na batata, daí o nome “batata de teiú”. É assim
    que acontece na selva, na política não é diferente.
    Mas, o ambiente não está para peixe nem para paródia. Talvez o Cunha tenha entrado numa competição suicida e não encontre a batata no jeito, porque a essa altura, com tantas bravatas e poucas verdades a respeito das suas contas na Suíça, a batata deve ter ficado “brocada” e envenenada, não servindo mais para aplacar os efeitos do veneno expelido por mentiras e confusões.
    Não merecemos um congressista dessa marca. Cassem primeiro o Cunha e o veneno perderá a força. Então, o Brasil será outro. Aliás, poderemos vislumbrar um novo país, se os congressistas tiverem o mínimo de vergonha.

  3. Maria da Consolação disse:

    A grosso modo, o parecer dos senhores Helio Bicudo e Miguel Reale acusa a Presidente de dar “pedaladas fiscais”. Em resumo, ela deixou de repassar, no exercício de 2014, verbas para a Caixa Econômica Federal (empresa estatal) que o banco havia destinado a Programas Sociais, como o seguro desemprego, bolsa família, minha casa minha vida, etc. Então, vejamos o cenário: um Deputado, que mentiu alegando que não tem contas no exterior, com saldo provenientes de desvios de dinheiro público, e que por puro revanchismo, pois o PT não o ajudou a livrar-se da cassação, dispara um processo de impeachment contra uma Presidente, democraticamente eleita (quer queiram ou não, pois o sufrágio universal não foi revogado) sob a acusação de ter mantido o pagamento de verbas de programas sociais. É surreal!!

  4. wilson disse:

    Se impeachment for golpe, o Collor também sofreu golpe na época e renunciou. ficou um tempo fora e voltou, ela deverá fazer o mesmo.
    Quanto ao debate?? a situação do Pais esta cada vez mais preta, e vai pesar muito contra ela.

    • Caro Wilson assim como sr. me sinto indignado com a qualidade dos nosso representantes, porém não se trata de por que antes foi assim tem que ser agora trata-se de um politico Ladrão segundo denúncias do MPF e da Suíça contra uma presidente despreparada que não aceitou o jogo sujo dos péssimos políticos brasileiros. Por mais imbecil que nós parecemos ser Ladrão é Ladrão e merece cadeia seja quem for: políticos do NE,N,S,SE,O e centro (PT, PSDB,PP,PTB e etc….) E a nossa Democracia e nosso país Brasil tem que ser cuidado pelo povo esse povo que só assiste as manipulações politicas e midiáticas em silêncio, mas muito próximo a explodir de revolta com a situação vivenciada. Não se esqueça se nosso pais entrar nesse pensamento insano só deus sabe onde vamos parar. É isso que nós queremos? A resposta a meu vê mais correta é unirmos exigindo competência do governo e cadeia para todos que erraram eu digo todos!

      • Joaquim disse:

        Gilberto seus argumentos parassem sensatos, porém não me parece sensato que uma pessoa que foi e é: ministra da minas e energias, chefe da casa civil, mãe do PAC e presidente. Não tenha conhecimento e nem mecanismos para apurar e controlar tanta coisa errada que passou pela suas mãos.
        Por tanto, se esta mesma pessoa fosse um dirigente de uma empresa privada ( por exemplo da sua empresa ) ela já estaria no olho da rua e a muito tempo. Por isto vivemos esta falta de credibilidade. Falta de credibilidade esta que se deve a incapacidade do governo de assumir os seus erros, e olha que são muitos, e tentar corrigi-los de forma assertiva e transparente, da incapacidade de gerenciamento de recursos humanos e da total arrogância. A campanha eleitoral em na estaria pesando se o governo realmente governasse e estivesse agregando.
        Por fim o pedido de impeachment não é do Cunha, ele é do jurista Miguel Reale e com toda a certeza o supremo não interferirá no processo.

  5. castel romero disse:

    Esta é uma grande irresponsabilidade do Eduardo Cunha e seus corregionários. Pode jogar o país nuna crise institucional e social jamais vista.

  6. Marcos disse:

    O STF não vai interferir no congresso, pois o processo é legítimo, independente da situação do Cunha.

  7. Antonio Oliveira disse:

    Hoje é um dia muito especial pois essa notícia deix todos brasileiros decentes exultantes!A esperança finalmente voltou ao Brasil! Que alívio saber que essa tragédia
    do populismo corrupto está com os dias contados! Imagine, 23.500 cargos “boquinha” e o bando de aproveitadores do dinheiro público desesperados por saberem que terão de voltar à sua origem medíocre de fracassados! Pelo menos uma coisa decente fez esse Cunha! O Brasil está em festa, pois vai se livrar dessa incapaz e de toda “cumpanheirada” que mergulhou nas trevas esse país! É um dia para todos soltarem fogos!

  8. Terra das Oportunidades disse:

    E assim está dado o passo que será o fato determinante para as incertezas na economia em 2016. Olimpíadas, eleições e uma lenta, demorada e acalorada discussão sobre impeachment, com discursos inflamados de lado a lado. Quem pensava em produzir alguma coisa em 2016 já pode ir tirando o cavalinho da chuva.

  9. Sônia Ribeiro disse:

    Enquanto os corruptos se degladiam, o país sangra, numa hemorragia difícil de estancar.
    Os magnatas se tornam mais magnatas.
    Os ratos, causadores de tantos estragos, se escondem nos escombros.
    Falta de ética e dignidade fazem um barulho ensurdecedor.
    E o povo atônito, passivo e omisso assiste à tudo de cima do muro!
    A vergonha, a depressão e a enorme recessão escurecem o Brasil, nada varonil!
    Triste! Muito triste!

  10. Francisco disse:

    O Brasil perdeu a chance de mudança na eleição passada. Todos já sabiam que Dilma e o PT não tinham condições morais de governar o que só se confirmou com todas as denuncias reveladas sem contar as que ainda estão por vir. O fim do PT como partido também está próximo com seu grande mentor envolvido em falcatruas até o pescoço.
    De qualquer forma tudo tem que se feito dentro da legitima lei ou o PT irá infernizar o próximo presidente e continuar mantendo o país andando para traz, o que , alias, é o que eles tem feito nos últimos anos.

    • Lucivanio Correia disse:

      Não consigo conceber esta ideia de que toda mazela brasileira esta ligada ao PT.
      Claro que o PT errou e está errando, mas não foi o PT quem criou o as formas de corrupção neste país. E hoje cobra-se, legitimamente, do PT o que ele cobrou dos outros partidos durante toda a sua vida fora do governo.
      O que temos na verdade, independentemente de bandeira, é uma gama de “representantes” que estão ai apenas para defender o seu.
      O cara, no Senado ou na Câmara, defende seu estado, seu partido e não a nação; no estado defende o seu município e não os estaduais (povo); no município, defende seus familiares e não os munícipes.
      O modelo está errado!
      Ou nos vemos como um todo ou estamos fadados à fracassos sucessivos até o colapso total.

  11. Augusto Mello disse:

    O IMPEACHMENT JÁ NÃO ACONTECEU! Para quem não entendeu: ontem, o congresso aprovou a nova meta fiscal com 314 votos contra 99 numa votação que só precisava de MAIORIA SIMPLES. Rejeitar a meta fiscal paralisaria o governo e impediria a presideNTA de continuar o mandato. E não teria sido o caso de um julgamento meramente político e, sim, um justo afastamento por quebra da Lei de Responsabilidade Fiscal. Porque acreditar que a oposição vai conseguir os 52 senadores e ainda 2/3 do congresso para fazer um impeachment politico. Resumindo: o Planalto aprovou um dispositivo que praticamente acaba com a responsabilidade fiscal (imagine mover uma meta de superavit de 50 bi para um deficit de 120 bi) e perdoa as pedaladas. A CPMF e a repatriação de dólares passaram nas comissão e caminham em regime de urgência para a aprovação. E os Eremildos ainda acham que o dia ontem foi ruim para a Dilma e o PT. Alegria maior só se forem todos palmeirenses.

  12. Alberto disse:

    Iniciou-se o rito do impeachment,processo político com fundamentação jurídica.Quanto a não ter conta no exterior,eleita pelo povo,recurso ao STF,golpe,etc,não passam de conjecturas,são irrelevantes. Vale o rito do processo,se aceito ou não é outra história.

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