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Política
22-08-2017, 21h55

Reforma política corre risco de morrer na praia

Na noite de terça, havia impasse sobre distritão e fundo eleitoral
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KENNEDY ALENCAR
BRASÍLIA

A reforma política em debate no Congresso corre o risco de morrer na praia. Isso pode ser uma boa notícia. A aprovação dessa reforma pode piorar o que já está ruim.

No início da noite de terça, havia crescido a resistência ao distritão, nova regra para eleger deputados federais, estaduais e vereadores. O distritão misto também sofria rejeição.

Os defensores do distritão ameaçavam não votar o novo fundo para financiar campanhas políticas. Uma parte do Congresso queria aprovar no Senado a volta do financiamento empresarial. Ou seja, havia impasses.

Era provável a votação de uma regra suavizada para reduzir o número de partidos. O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, tentava manter a reforma viva e corria contra o tempo, porque as regras precisam ser aprovadas até o início de outubro, um ano antes das eleições de 2018.

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Setor estratégico

A principal razão para privatizar a Eletrobras é fazer caixa para cobrir despesas correntes _tentativa de cumprir a meta fiscal deficitária do ano que vem. Isso é ruim, porque mostra improvisação.

Ainda não estão claras as regras de venda. O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, disse que seria estudado um modelo de privatização.

É fato que a Eletrobras sofreu com ingerência política, sobretudo no governo Dilma, o que gerou prejuízos para a estatal e desorganizou o setor elétrico. Mas uma privatização tão importante deve levar em conta uma série de fatores.

O primeiro deles é a segurança energética. Há também a segurança hídrica, porque a Eletrobras detém reservatórios de abastecimento de água. É preciso levar em conta o preço da conta de luz no futuro para os consumidores. E, por último, há ainda o fator fiscal, no sentido de reduzir a dívida pública ou de controlar seu crescimento.

Assista aos temas do “SBT Brasil”:

Comentários
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  1. walter disse:

    Estão trancando a pauta, com esta reforma política, para inglês ver, com tantas opções, o distritão a, b, ou c, não passa de uma piada; querem de fato, criar opções, aos citados na lava jato, e mais que isso, se possível, conseguir mais alternativas, para protegerem, as raposas felpudas, e velhacas, que se mantem no poder…estão tentando costurar uma reforma, que possa ser nas próximas eleições; o melhorzinho, seria o distrital misto, mas só poderia ser adequado nas próximas eleições, em 2018 deverá ser uma “costura alinhavada”; já imaginam, que mais da metade do congresso, será renovada, e que muitos deles, nem se quer votação terão suficiente… quanto a privatização da Eletrobrás, foi aplaudida pelo mercado de capitais…só HJ, subiu o valor em bolsa, com 9 BI a mais o valor na finalização do pregão…não precisamos dizer mais nada…se fizerem a lição de casa, vão normalizar as contas..

  2. mano disse:

    prezados: Vamos priorizar o debate relacionado a “postura” do Sr. Gilmar Mendes e fazer coro ao jornalista Boechat. Não é possível passar o Brasil a limpo se os pares do Ministro Gilmar Mendes no STF não acatarem o mais breve possível, a ação do MP em que pede a anulação do HC liberatório expedido em favor do Sr. Jacob Barata. Assim não é possível acreditar no Brasil. Se tem amigo Ministro do STF, o crime compensa.

  3. Miguel Ângelo Milioli disse:

    Reconhecemos que o Estado é enorme, que sua administração é ruim, quando tutelada por Governos piores. Mas devemos criticar este enorme, em alguns lugares, pois em outros o Estado é ausente. Ele é grande, mal administrado em SP, RJ, MG, RS, BA, e isto reflete ele mal representado em Brasília. E a ciranda continua, grande, caro, mau administrado. Mas o número de servidores por si só é metade de alguns Países da América do Sul, EUA e Europa. Corrigiremos o “grande Estado”. Ele é enorme se pensado na gastança do Judiciário, recebendo acima do teto por todo Brasil. Mas existem em alguns lugares poucos Juízes. Tanto que nisto escoram o auxílio moradia e a pretensão para um receber – R$ 1,25 milhões. Da certeza da ausência deles pelo Brasil, vejam as notícia da migração de brasileiros do Norte, Nordeste, Centro-Oeste para tratamento médico no Sudeste e Sul. E a Eletrobrás tem importância maior que garantirmos os supersalários e mordomias dos 3 poderes e militares por alguns meses.

  4. Miguel Ângelo Milioli disse:

    Privatização no Brasil é coisa de Estudo de Caso. Analistas Econômicos ligados a Bolsa (que para mim funciona com base nas informações que não deveriam vazar pelo Governo) querem mostrar que deu certo na Vale, ou em outra empresa de lucro fácil. Claro que funciona na Vale. Vimos em 3 anos ela se pagar. Isto só mostra que não precisaria da privatização, já que era autossuficiente. Só precisava tirar os administradores, os conselheiros administrativo e deliberativos. Porque não se privatiza os Hospitais das Regiões Norte, Centro-Oeste e Nordeste? Porque é mais fácil privatizar Rodovias e feito a ECO 101. Ficar bilionária primeiro e depois dizer que não fará a duplicação das rodovias em 400 km contratados. Empresário brasileiro não coloca dinheiro dele na privatização. Se do BNDES é nosso. E devia servir a outro propósito que não enriquecer este ou aquele privilegiado dos políticos. Cortem os supersalário, tirem de quem recebe demais e pague melhor os servidores de salários miseráveis.

  5. Miguel Ângelo Milioli disse:

    Acredito que alguma coisa sim deva sair da mão do Estado. Mas em contra resposta ao Fundo de Comércio que ela deixa para o novo dono receber lucro fácil por décadas. Deve ser obrigatório que todo o recurso recebido venha do capital privado. Sem financiamento público. Não temos servidores demais. Temos em alguns locais servidores amontoados. Isto é fato em Brasília. Para economia antes da Privatização. Seria muito mais benéfico a distribuição de renda pelo setor público. E para economia ação provida de sabedoria superior a tudo que já vimos. Pede-se levantamento de tudo aquilo pago acima do teto (ago-17). Tira-se da folha o excesso (set-17). Excesso dos supersalários distribuídos nos salários miseráveis de muitos servidores. Maior consumo (sem emissão de moeda e venda de voto). Comércio 1º aquece. Indústria 2º contrata e produz +. Serviço 3º aumenta. Economia em alta. Governo 4º ri com aumento de tributos nos cofres públicos. É simples assim. O dinheiro é do povo e a ele deve servir.

  6. DIRETO AO ASSUNTO! disse:

    Esses deputados e senadores que aí estão, eleitos pelo povo, é importante salientar, não deveriam mudar uma linha do que atualmente aí está. Há muito se distanciaram do povo e por isso o povo não os reconhece mais como seus representantes de fato. Se ainda lhes restasse um pouco de vergonha na cara, deveriam deixar as reformas para serem feias pelos que assumirem após as eleições de 2018, principalmente a política, previdenciária, tributária. E se o povo tiver criado vergonha na cara, saberá alijar da política todos os corruptos ladrões de cofres públicos, que todo mundo está careca de saber quem são.

  7. Amei o blog Kennedy, parabéns está lindo e com muito conteúdo

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