aki

cadastre-se aqui
aki
Política
07-10-2013, 23h20

Renato Meirelles previu chapa Campos-Marina

10

Em 30 de junho, no “É Notícia”, o presidente do Datapopular, Renato Meirelles, previu com toda a propriedade a chapa Eduardo Campos-Marina Silva. Eu até duvidei, mas ele foi firme. E acertou. Quando Eduardo Campos (PSB) ainda era aliado da presidente Dilma Rousseff e a socorria na crise das manifestações, Meirelles disse que ele tinha dois desafios: arrumar financiamento de campanha e se tornar conhecido.

Meirelles afirmou que o governador de Pernambuco poderia ser o novo, apresentando-se como alguém que se diferenciasse da “briga entre PT e PSDB”. Merecidamente, Meirelles ganhou o troféu Bola de Cristal 2013 deste blog, ao afirmar que, se Marina fracassasse na criação da Rede, poderia ser vice de Campos com discurso de vítima dos políticos tradicionais.

Para Meirelles, a dobradinha Campos-Marina seria forte concorrente em 2014. Bem, convém prestar atenção no que mais ele tem a dizer. Vale dar um pulo no site redetv.com.br/enoticia para conferir a íntegra da entrevista.

Comentários
10
  1. Jornalista Maruzsan Corado disse:

    Diágnóstico perfeito. Na mosca. O futuro presidente, tudo indica, sairá desta grande aliança.

  2. silvia martins disse:

    Realmente, surpreende.

  3. sergio eduardo de carvalho disse:

    Discordo com todo respeito ao profeta-Marina não contava em bater de frente com a burocracia eleitoral, o pros vinha se preparando há 4 anos e sem figura de destaque.Lamento a união da candidata com Caiado e os Borhausen demonstrando total vale tudo para chegar ao poder. Marina não transfere voto, fica o aviso.

  4. vandeilton disse:

    Realmente, Foi uma Grande Decepção, a Marina Não Levar o Seu Projeto à Frente, mas Fico Cá com meus Botões, será que Ela Tem Algum Projeto? Se Entregar tão Fugazmente Toda a Sua História com Chico Mendes. O que Ela estava Fazendo que Durante Quatro Anos Não Conseguiu Construir a Sua Própria Rede? Na Minha Modesta Opinião, Ela Se Transformará em Mais uma Heloisa Helena da Vida. E Fica A Pergunta, Qual a Base Social que Ela Construiu?

  5. Alex Fajardo disse:

    Boa análise hein … #bingo

  6. Beto Medeiros disse:

    Até que enfim ocorreu o NOVO na política brasileira. E o povo quer o “novo”.

  7. Maurício Malta disse:

    Se Marina Silva acredita tanto em um projeto novo de país (que ela nunca apresentou). Oriunda que é das entranhas do poser(PT), mostra-se muito mais ligada ao vale tudo pelo poder do que a construção de um novo modelo de Pais. Haja visto que o PEN se colocou a disposição, inclusive para entrgar-lhe a presidência nacional e trocar de nome, fica a pergunta: Por que o medo de assumir o próprio projeto? Por que foi melhor o alinhamento a Eduardo Campos? Nao se esqueçam, que nas eleições passadas, a candidata Marina foi uma válvula de escape doa votos dos evangélicos, coisa que não tenho certeza se ela terá, até por que, se furtou da participação nos debates dos principais pontos de vista do segmento. É esperar pra ver. Mas acho, que teremos uma nova derrocada do que poderia se constituir em uma nova liderança.

  8. Fabricio Moreira disse:

    A fratura do lulo-petismo se deu no cerne do próprio. Os inimigos são internos, nada de PSDB ou DEM. São Marina e Campos, que até andavam debaixo das asas de Lula, que hoje oferecem real perigo.

    Hoje, a dupla Marina-Campos, nascida do consórcio lulista, é quem drena a força do governo Dilma e seu projeto de reeleição. Há um desejo mudancista no ar, quem anda nas ruas pode senti-lo.

    Dilma não se realizou enquanto a gerentona vendida por Lula em 2010. Será difícil recomprar a mesma promessa. O governo Dilma é pesado, centralizador demais, politicamente tem pouca interlocução. Dilma é refém do vasto consórcio partidário fisiológico que a mantém cativa.

    Há problemas graves de comunicação no governo Dilma, uma certa truculência e falta de diálogo não observadas quando Lula era o presidente. É fato que Dilma não gosta de dialogar, ela grita!

    Os empresários se ressentem da falta de interlocução, os sindicatos não têm acesso a Dilma tampouco os movimentos sociais. Tudo isto pesa muito contra ela em 2014.

    Há a economia que não vai bem, então 2014 será uma incógnita e não o céu de brigadeiro como queria Dilma. Ela acreditava que seria eleita por inércia até a população ir às ruas em junho agora.

    A geração pós-Real, de 1994 para cá, não conheceu inflação e agora está às portas do mercado de trabalho e vota também. Por isto acredito que ventos mudancistas podem romper sim a anti-lógica PSDB-PT que há quase 20 anos domina a política federal. Junho de 2013 mostrou este cansaço com o status quo.

    Aécio será a grande decepção de 2014: não adensa votos e está mais preocupado com a vida pessoal (como agora, em Nova Iorque, em lua-de-mel). O senador mineiro não empolga o empresariado paulista que tem uma queda por Campos. Aécio tem no seu ninho Serra que fará de tudo para boicotar seu projeto presidencial. Coisa de vendetta calabresa: 2010 está atravessado na garganta do paulista!

    Penso que 2014 será a confirmação da decadência do PSDB, que depois de outubro próximo se tornará um bastião paulista-udenista. Um partido de modos e costumes, conservador, de expressão local mas que se perdeu no próprio discurso ao longo do tempo.

  9. oswaldo rodrigues disse:

    Parabéns ao Renato Meirelles pela previsão ! Acontece porém que, a Marina acreditava piamente que os ministros do TSE “iriam colocar uma azeitona em sua empada ” na criação da Rede de Sustentabilidade até o último minuto da sessão do TSE, ou foi “uma grande atriz” ! rsrs

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios são marcados

Não serão liberados comentários com ofensas, afirmações levianas, preconceito e linguagem agressiva, grosseira e obscena, bem como calúnia, injúria ou difamação. Não publicaremos links para outras páginas devido à impossibilidade de checar cada um deles.

2020-09-22 10:49:34