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Kennedy Alencar

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31-08-2017, 15h56

#retratobsb

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Daniela Martins
BRASÍLIA

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A semana começou com o líder indígena Maurício Alves, da etnia Pitaguary, espancado e queimado enquanto dormia em Maracanaú, perto da cidade de Fortaleza. Ele foi atacado por dois homens na madrugada de domingo, dia 27. Maurício sobreviveu, mas sofreu queimaduras graves. A Funai (Fundação Nacional do Índio) acompanha o caso junto à Polícia Federal.

Há 20 anos, o índio pataxó Galdino Jesus dos Santos veio a Brasília para participar de manifestações no Dia do Índio e foi assassinado em um ponto de ônibus da W3 Sul. Cinco jovens de classe alta jogaram álcool em seu corpo durante a noite e atearam fogo. Numa tentativa absurda de se justificar, os assassinos disseram à polícia que o confundiram com um mendigo.

No local do assassinato de Galdino, a Praça do Compromisso, está hoje um incômodo monumento que representa um corpo morto, cercado por chamas. Incômodo e necessário para contar essas histórias de desumanização separadas por duas décadas. E também as outras tantas que continuaram a ocorrer no espaço de tempo entre elas.

Comentários
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  1. O MAU EXEMPLO DOS CORRUPTOS LADRÕES DE COFRES PÚBLICOS! disse:

    Pois é, os assassinos do índio pataxó Galdino José dos Santos disseram que o confundiram com um “mendigo”! Em suas mentes é uma justificativa: mataram um “mendigo”. Não será isso inspiração do que têm promovido nossos políticos e governantes que, aliados a empresários corruptos, têm considerado “também” normal, matar, não só mendigos, mas todos os cidadãos brasileiros menos favorecidos economicamente – os mais pobres? Pois é inadmissível imaginar que não sabem avaliar as conseqüências de seus crimes, quando roubam os cofres públicos. É claro que sabem que estão assassinando, literalmente, milhares de seres humanos, velhos, jovens, crianças, grávidas, enfim, cidadãos que deixam de ter assistência médica, alimentação, moradia, educação, saneamento básico, segurança pública etc etc etc. Sem dúvida, uma coisa influi na outra. E isso mostra o quanto é necessário, urgentemente, penas mais duras(30 anos de cadeia em regime fechado) para os corruptos ladrões de cofres públicos!

    • walter disse:

      O mau exemplo do Judiciário caro Kennedy; não há leis “claras e límpidas”; levaremos muito tempo, para sairmos das leis paternalistas; principalmente para quem tem recursos; metade dos presos no país, nem julgados foram…estão presos e jogaram a chave fora; não há direitos humanos disponível; nesta hora começa a hipocrisia; quem é que ia ligar para mais um índio, se o próprio presidente, e o supremo, não definem os direitos deles com relação am TERRA…longos anos de espera para nada; estão sempre empurrando com a barriga…enquanto tudo isto não passar, só se tem tempo, para atender habeas dos políticos enlameados…o STF vive a julgar mensalmente, uma quantidade absurda de habeas, não há limite, com as mesmas alegações; até que um DIA, como o Zé Dirceu, saí da cadeia para nunca mais voltar; vergonha absoluta, até quando!

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