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Política
15-09-2015, 15h41

Secretaria Geral pode reaver articulação política

Edinho Silva é cotado para função; Secom seria extinta
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KENNEDY ALENCAR
BRASÍLIA

Num dos desenhos em estudo no Palácio do Planalto sobre a reforma ministerial, a Secretaria Geral da Presidência seria ocupada pelo ministro Edinho Silva, que poderia atuar como articulador político, incorporando atribuições da pasta de Relações Institucionais. No governo FHC, a Secretaria Geral foi dirigida por Euclides Scalco, então coordenador político.

A atual Secretaria de Comunicação Social seria extinta. As verbas publicitárias ficariam a cargo da Secretaria Geral, como aconteceu com o então ministro Luiz Dulci durante um período do governo Lula. A Secretaria de Imprensa voltaria a fazer o atendimento ao presidente, o que acontecia até a nomeação de Franklin Martins na administração Lula.

O ministro da Secretaria Geral, Miguel Rosseto, poderia ser deslocado para uma autarquia federal, como o Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária ). Dilma gosta de Rosseto, mas precisa convencer petistas a abraçar a redução do número de pastas e o fim de secretarias com status de ministério e de secretários com status de ministro.

No governo FHC, Casa Civil e Secretaria Geral abrigaram ministros fortes. Uma reforma que reduza significativamente ministérios na gestão Dilma poderia se inspirar nesse modelo.

A presidente Dilma Rousseff resiste à pressão do PT e do PMDB para tirar Aloizio Mercadante da Casa Civil. O ex-presidente Lula defende a ida de Jaques Wagner da Defesa para a Casa Civil. No PMDB, uma parcela gostaria de ver a ministra Katia Abreu (Agricultura) na função de Mercadante, mas haveria forte repercussão negativa de um segmento peemedebista e também petista. Lula seria contra, por exemplo.

Até o momento, a presidente decidiu pouca coisa a respeito da reforma ministerial e administrativa. Ela ainda pretende conversar com o vice-presidente da República e presidente do PMDB, Michel Temer. Faltam também reuniões com dirigentes do PT e de partidos aliados.

Comentários
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  1. …essa tá perdida, o que será de nós?

  2. walter disse:

    Caro, este Edinho Silva, também não todo este cacife; salvo as verbas de publicidade; o que mais pode oferecer…
    Ele tem a cara do Brasil atualmente; não inspira confiança…
    A dilma, é dois pesos e duas medidas, para baixo; AS MEDIDAS DA DILMA, PARECEM SEMPRE, SEREM AS ULTIMAS; NADA NOS CONVENCEM, QUE A DILMA SOBREVIVA, A ESTE PACOTE…

  3. Maria Aparecida Ramos Tinhorão disse:

    A dança das cadeiras começou. A prefeitura de São Paulo já contratou dois fracassados de peso do PT: Suplicy e Padilha, ambos da maior inutilidade. Agora é ver para onde vai todo esse contingente de parasitas que, como gafanhotos, exaurem o país.

  4. Otavio disse:

    Nada disso adianta. É uma dança das cadeiras durante o velório do governo Dilma. Se a BASE do governo critica abertamente o plano dela, se o TCU já dá como certo rejeitar as contas, se Lula, adoentado e perdido, se vê acuado pelas contas morais e legais que tem a pagar, o que resta? Nada. O PT é um navio afundando.

  5. César disse:

    Começaremos a reforma pelo cargo de Presidente da República. Impeachment já!

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