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Entrevistas
20-04-2018, 12h56

‘Simplesmente dividindo riqueza, ela acaba’, diz Amoêdo

Para ele, Novo não é direita, mas liberal
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KENNEDY ALENCAR
SÃO PAULO

Pré-candidato do Novo, João Amoêdo diz que, “simplesmente dividindo a riqueza, em algum momento ela acaba”. Em entrevista ao “Jornal da CBN – 2ª Edição, ele afirma que “você combate a pobreza criando riqueza”, apesar da avaliação de organismos internacionais capitalistas e da maioria dos economistas de que a distribuição de renda é forma mais eficaz de combate à desigualdade social.

Amoêdo crê que sua candidatura é viável porque o eleitor deseja renovação e mudança. Ele concorrerá à Presidência por um partido pequeno, com pouco tempo de propaganda eleitoral e teve entre zero e 1% de intenção de voto na última pesquisa Datafolha.

Indagado se o Novo era de direita, afirmou que a legenda tem “viés liberal”. Ele considera “conceitos de direita e esquerda muito distorcidos” no Brasil. Afirma que o Novo faz estudo para reduzir as atuais 29 pastas ministeriais para 10. Na entrevista, citou 11: Economia, Casa Civil, Infraestrutura, Defesa, Segurança Pública e Justiça, Agricultura e Meio Ambiente, Educação, Saúde, Ciência e Tecnologia, Gestão Pública, Relações Exteriores.

Amoêdo é favorável à privatização da Petrobras, da Eletrobras e dos bancos públicos. É contra a legalização das drogas “nesse momento”. E avalia que a intervenção federal no Rio deveria acabar no fim do governo Temer, mas que seria preciso negociar isso com o futuro governador do Estado. Se eleito, ele manterá inalterada a regra que fixa um teto para o crescimento das despesas públicas.

A entrevista foi concedida ao “Jornal da CBN – 2ª Edição” por volta das 18h30 de quinta-feira. Ouça no áudio abaixo a partir dos 13’20’’:

Comentários
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  1. walter disse:

    Tenho medo caro Kennedy, dos ingênuos e mal intencionados; respeito o João Amoedo, mas sua magia acaba na primeira crise; ninguém governa sozinho…quando vejo um candidato solo, como um Alvaro Dias, que tem méritos por praticar política; não consigo enxergar futuro, neste tipo de proposta tão distante da realidade…todos já conhecem o ambiente político, muitos interesses; inclusive, intenções malignas em cada partido…já fui sonhador também; prefiro acreditar naqueles que agregam “gregos e baianos”, como a marina silva faz…o grande problema, caso eleita, não consegue depurar; estes ali babas, em sua maioria, vão correr atrás dos 40 ladrões…a proposta deve iniciar pela Saúde, Educação, e segurança pública; tudo isso “reconhecido em cartório”; vamos considerar, um capacidade financeira, ou de captação, esplendorosa do candidato, para decolar…finalmente caro, sem INFRA estrutura, estaremos fadados, ao distanciamento dos grandes, de outro modo, manteremos o pequeno mundo de OZ…

  2. […] Fonte: ‘Simplesmente dividindo riqueza, ela acaba’, diz Amoêdo | Blog do Kennedy […]

  3. Marcello Ribeiro disse:

    Claro! Primeiro vamos fazer o bolo crescer, depois a gente divide.
    Não sei não, acho que já ouvi essa história antes.

  4. Marcello Ribeiro disse:

    Como já dizia a velhacaria nacional: primeiro nós vamos fazer o bolo crescer e só depois dividi-lo.
    Alguém já ouviu essa antes?

  5. Ricardo Marinho disse:

    Kennedy, ontem em seu comentário na rádio CBN sobre a liberação das 137 pessoas presas na festa da milícia em Sta. Cruz vc teceu críticas a atuação da polícia expondo de forma explícita e contundente que as pessoas teriam sido presas de forma arbitrária. Em NENHUM momento vc mencionou que com a chegada dos agentes, houve troca de tiros, e quatro pessoas morreram. E foram aprendidos 13 fuzis, 15 pistolas e quatro revólveres.

    Pq vc não expos a situação completa? Pq vc só criticou a atuação da polícia e não fez questionamentos válidos que vêm a cabeça de qualquer cidadão de bem, como: de onde vieram estas armas? Porque os agentes públicos (cuja função é nos defender)foram atacados a bala? Qual a motivação das pessoas que estavam lá num evento dessa natureza?

    Eu até acho possível que existam injustiças pontuais e pessoas que estavam lá foram presas sem ter nada a ver com criminosos. Mas isso não significa o oposto, ou seja, concluir que todos que estavam ali eram simplesmente vítimas.

  6. Jorge A. C. Santana disse:

    Será que retrocedemos tanto, que vamos voltar à época em que esse tipo de argumento sobre o bolo aumentar pra dividir colava??? Que lástima!!

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