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Entrevistas
09-10-2013, 20h58

“Vemos nos outros aquilo que temos dentro de nós”

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No último bloco, na décima questão, Marina diz que a presidente Dilma deveria vetar o projeto que limita a criação de novos partidos. Na pergunta 9, ela afirma que sua crítica ao chavismo foi deturpada. Considera que houve avanços sociais na Venezuela, mas conta que, numa reunião reservada, se referiu à dificuldade de “convivência com quem pensa diferente”. Na questão 8, Marina fala que tem o direito de questionar trabalho dos cartórios no reconhecimento de assinaturas. Na sétima pergunta, afirma que o “o desenvolvimento sustentável não é para emperrar os negócios”. Sobre a Katia Abreu (PMDB-TO) ter dito que seria “desastroso” o sucesso eleitoral de Marina, ela afirma ter visto a senadora ruralista “fazer críticas tão pesadas ao PT” e hoje apoiar Dilma.

Pergunta 7 – Katia Abreu

Pergunta 8 – TSE e cartórios

Pergunta 9 – Chavismo

Pergunta 10 – Limite à criação de partidos

Comentários
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  1. Miguel Fontes disse:

    Eu defendo a Lei. Creio, claro, que foi casuística. Mas a Marina diz que a Lei não valeu pro Pros, não valeu para o Solidariedade. Mas sem dúvida, se aprovado, valeriam, né? A impressão que passa é que ela quer sempre ser vítima.

  2. Silvio Turban disse:

    Marina chega a ser ridícula em suas afirmações, revela-se um poço de mágoas quando o único responsável pela situação dela chama-se Marina Silva. Os partidos que conseguiram sua regularização estavam trabalhando nisso há anos, eles não deixaram para organizar tudo em cima da hora como Marina que quis criar o seu partido em 8 meses. Ela não tinha tido um bom desempenho nas eleições? Então por que no dia seguinte, ou pouco depois, não pensou na criação da Rede? Na verdade ela colocou um salto alto, tomou um tombo e depois culpa os outros pela própria incompetência.

  3. Rodolfo José Fenille Ferraz disse:

    Parabéns Kennedy pelo serviço que presta à sociedade. Obrigado pela esclarecedora entrevista com a grande Marina Silva.

  4. Mateus disse:

    Kennedy, parabéns. Você é um exemplo de jornalista. O blog está muito bom.

  5. José Roberto Mendes do Amaral disse:

    Que influências o PT teria nestes cartórios para agirem contra a Marina no reconhecimento das assinaturas. Na verdade ela insinua muito e na hora da entrevista, dá uma de santa. Uma pena. Não acredito nesta “confluência” de programas entre Marina e Eduardo Campos. E, afinal de contas, qual a diferença entre Eduardo Campos e os demais “políticos tradicionais brasileiros”, como dizia Marina antes sobre todos os partidos? Campos comungou até ontem com as ações do governo de Lula e Dilma. Agiu politicamente como qualquer outro partido “fisiologista”. Fazia aliança com PT em DF e com PSDB em SP e BH, e assim por diante. É esse partido que reúne as condições éticas e morais “reivindicadas” por Marina para abarcar suas idéias?

  6. Pedro disse:

    Dentro ou fora de contexto, Marina usou um “conceito” – chavismo – típico dos políticos mais reacionários do Brasil. Ninguém de esquerda no Brasil usaria esse termo, perto ou longe de jornalista. O fato é que “essa moça tá diferente”! Infelizmente…

  7. Cemy Vargas Fraga disse:

    E por falar em Eduardo Campos, me decepcionei muito quando soube que ele, há já um mês, vinha se encontrando com um dos políticos da direita mais reacionária, o deputado Caiado, para conseguir apoio do partido deste à sua candidatura??!!! E agora, desmente isso, porque a Marina fez alguma crítica ao Caiado?!!! É a tal coisa: para vencer a eleição muitos “acendem velas” pra Deus e o Diabo a quatro. Pensei que ele fosse diferente!

    c

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