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Economia
10-10-2013, 10h41

Tombini paga conta da dupla Mantega-Augustin

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O Banco Central está tentando consertar o prejuízo de o governo ter subestimado a persistência da inflação num patamar alto e de ter destruído a credibilidade da política fiscal. Essas são as duas razões para a taxa básica de juros (Selic) estar hoje em 9,5% ao ano.

Tivesse adotado outro caminho no final de 2011, quando resolveu maquiar o superávit primário, o governo Dilma Rousseff estaria colhendo hoje os resultados de uma correta política de tentar trazer os juros no Brasil para um patamar mais civilizado.

Agora, o Banco Central tem de fazer um esforço extra de ortodoxia para compensar a ausência de seriedade na política fiscal. A presidente Dilma Rousseff alimentou as teses equivocadas de Guido Mantega (Fazenda) e Arno Augustin (Tesouro). Alexandre Tombini (BC) tenta pagar a conta. O principal objetivo é evitar que a inflação seja um tema relevante da campanha eleitoral do ano que vem.

Foto: Antonio Cruz/ABr

Foto: Antonio Cruz/ABr

Comentários
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  1. Éder Luiz Martins disse:

    Com sinceridade quando é que a Imprensa vai ter o mínimo de dignidade e falar de uma vez por todas que o verdadeiro motivo da subida da Selic é essa lógica rentista de bancos, que financiam jornais e que em nenhum momento querem fazer investimentos produtivos. Aliás para acabar com esse lenga-lenga sobre 2014 é simples: é só perguntar que candidato vai a favor dos interesses do rentismo nesse país. Como já disse alguém em outro momento: a grande tarefa de um governo progressista nesse país será Estatizar o Banco Central, privatizado desde sua criação em 1964.

  2. Fabricio Moreira disse:

    Este Brasil é mesmo uma piada…nunca os bancos ganharam tanto dinheiro como nos governos Lula 1 e 2 e agora no governo Dilma.

    Este papo de setor produtivo é para inglês ver. O rentismo é o grande partido daqueles que mandam no país e ponto final. O resto é conversa para boi dormir.

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